Ontem e hoje
Adilson PereiraManeiro, o show do Letuce ontem no Parque Criativo, no Aterro do Flamengo.
Hoje, no tocador de CDs, “Avante”, de Siba.
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Maneiro, o show do Letuce ontem no Parque Criativo, no Aterro do Flamengo.
Hoje, no tocador de CDs, “Avante”, de Siba.
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“CASCADURA +”, com CASCADURA e Dubstereo /// Quando: 22 de janeiro (domingo), 18h /// Onde: Portela Café (Rua Itabuna, 304 – Rio Vermelho /// Telefone: (71) 3335-6855 /// Quanto: R$ 20 (valor promocional) /// Censura: 16 anos /// /// /// CASCADURA e Diamba /// Quando: 28 de janeiro (sábado), 19h /// Onde: Largo Tereza Batista (Pelourinho) /// Quanto: R$ 20 (valor promocional) /// Censura: 16 anos
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P.S.: Isso tava no “Sex`love`Fuck“, onde você também acha coisas “engraçadas”, desenhos, mulher pelada, skatices etc.
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Depois de mais de 25 anos na estrada e, claro, nos bares, o Blues Etílicos lança sua primeira/própria… cerveja. O grupo, grande peso-pesado no país do estilo que celebra no nome, dá agora aos fãs uma nova possibilidade de inspiração/diversão: a Blues Etílicos Hellbier.
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Começar um disco com um colorido psicodélico-garageiro, espancando os tambores e ligando a massa com riffs simples pode ser como dizer “Se liga aí que a gente não tá de brincadeira, não, mano”. Às vezes, é caô. Não é o caso dos Bonnies. No registro “Rock and roll sem nome”, é isso/assim que eles fazem, com “Ela foi embora (vestida de giz)”. Com um título capaz de levar neguinho para o fundo de um poço, bem como tirar de lá qualquer pobre sofredor, a música comprova a capacidade da banda natalense de provocar sensações. É. Isso. Os Bonnies não fazem música analgésica.
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Depois, vem “Leve”, um flertezinho indiano-instrumental. “Vamos correr, meninas, vamos tirar nossas roupas nesse dia de frio, aproveitando que estamos aqui isolados. E vamos correr. Tem um rio aqui perto. Vamos matar nossa sede.” De leve… É isso que parece estar por trás daquela tranquilidade-à-Pixies que há em “Leve”. Embarque! Hora do embarque!
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“Rock and roll sem nome”, faixa-título do “álbum”, começa anunciando country e antes de você completar uma frase – “Parece com o Velvet Un…” – ela termina. “Perdi a cabeça” é à sua maneira meio jovem-guardista. “Nos meus sonhos” é mais divertida. “Não aqui não agora” não é a melhor do disco.
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“Amanheceu” nos leva de volta ao clima de abertura e a última faixa chega como uma espécie de confirmação conceitual. É que ela não é “Sem nome”. Ela não tem nome e pronto. Um cyber-far-west. Sem nome.
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O álbum do The Baggios rodou, rodou muito até revelar-se uma bolacha com… altos e baixos. Júlio Andrade (guitarra e vocal) e Gabriel Carvalho (Bateria) não revelam uma reinvenção do Blues. Mas, OK, oito anos de estrada e eles também não se encaixam na pasta Duplas-ingênuas-demais ou tampouco na Perdidas-em-algum-lugar-de-Sergipe. Perdidos é que eles não estão mesmo. Dá para sacar uma certa objetividade ali nas 14 faixas do álbum. Coisa que precisa ter mesmo quando se quer começar a percorrer o tal circuito dos festivais. Umas músicas convencem e outras, não. Aproveitando o início do ano para ser, hm, bem direto, é isso. Umas convencem.
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Esse primeiro álbum foi batizado com “The Baggios” só, mesmo, e pode ser baixado na página oficial dos caras: http://www.thebaggios.com.br.
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“Em outras” confirma um quê de gauchice agarrada ali: um rock com proposta clássica. Funciona. “Aqui vou eu”, mais animada, é ainda mais convidativa, talvez a melhor do álbum: uma faixa para ser comemorada nos shows mesmo por quem não é amigo da banda. Mantendo um bom flow, na cola vem “Pare e repare”, também sugerindo um bom pique logo no início. Serve bem para um miolo de apresentação, parecendo resumir o conceito da banda.
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J.A. e G.C. parecem sonhar com um clima de arena em “Não estou aqui”. E sendo assumidamente copo-meio-vazio, transformam-se por isso em copo-meio-cheio em/com “Oh cigana”. É quando eles mais nos fazem lembrar de White Stripes. “Seu Cristóvão”, começando, seguindo e terminando garageira, deixa a gente com vontade de ouvir mais. E “Morro da saudade”, com suas gaitinhas doces, na partida, traz bastante do que deve haver de aura aventureira num som que se pretende um bluesão. Boa levada.
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“O azar me consome”, usada como faixa de abertura, pode dar aos mais supersticiosos – pelo menos a estes – a impressão de que é algo muito baixo-astral para um abre-alas. Depois vem “Quanto mais eu rezo”, mas, aí, não adianta mais ajoelhar.
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“Get out now!” mostra que nem sempre uma exaustiva repetição é suficiente. E de volta ao português, com “Meu eu”, eles fazem uma confissão pública. “Candango’s bar” parece esconder uma essência pop-farofa-hard-oitentista, assim como também acontece com “Josie Magnólia” e “You never walk anole”. Umas convencem. Outras, não.
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