<center><a href='conta_click_banner.php?banner_id=7&amp;url=http://www.garotafm.com.br'><img src='http://www.sambapunk.com.br/banner_img/banner_garotaFM_7.gif' alt='Garota FM' border='0' /></a></center><?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
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	<title>SAmbaPUNk &#187; Comportamento</title>
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		<title>Sejamos escrotos</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 14:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O amigo Thiago &#8220;Alceu&#8221; Melício colaborando com o &#8220;Sambapunk&#8221;. 
Pensei e cheguei à seguinte inconclusão: sejamos escrotos, vamos para a casa do caralho!
Em três partes.
O Desejo ligou pra um amigo, queixando-se: não sabia aonde ir. Disse que estava deixando de ser potência e tornando-se angústia e estresse. Gostaria de fazer algo antes que fosse anestesiado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O amigo Thiago &#8220;Alceu&#8221; Melício colaborando com o &#8220;Sambapunk&#8221;. </strong></p>
<div id="_mcePaste">Pensei e cheguei à seguinte inconclusão: sejamos escrotos, vamos para a casa do caralho!</div>
<div>Em três partes.</div>
<div>O Desejo ligou pra um amigo, queixando-se: não sabia aonde ir. Disse que estava deixando de ser potência e tornando-se angústia e estresse. Gostaria de fazer algo antes que fosse anestesiado, não suportando a não-expressão de sua própria existência.</div>
<div>O amigo sugeriu trabalho na Petrobras e investimento na Bolsa. Se fosse bem-sucedido, teria grana para viajar pelo mundo e aproveitar as boas coisas da vida.</div>
<div>O Desejo animado perguntou o que tinha que fazer. O amigo disse que isso dependeria apenas do esforço dele, pois “todos podem chegar ao topo, basta insistência e perseverança”. Teria no entanto que satisfazer alguns requisitos: ser heterossexual, usar camisa e gravata, ter celular com internet e nada de Microsoft. Todos os eletrônicos deveriam ser da Apple.</div>
<div>“Essa saída é muito individualista, careta e cara”, pensou. E viu logo em seguida que precisava fazer algo, pois percebeu espinhas inflamadas e nódulos no corpo. Assim, resolveu ir ao extremo e ligou para o conhecido mais radical que tinha, perguntando por onde ir.</div>
<div>Esse parceiro radical respondeu que não havia caminhos certos. Na verdade, o que o Desejo precisava fazer era seguir por conta própria, deflagrar tudo o que lhe fosse possível, sem pudor, sem moral.</div>
<div>O Desejo ficou entusiasmadíssimo. Porém&#8230; de novo o porém&#8230; o amigo radical explicou que havia uma condição: disposição para privar-se de sua liberdade.</div>
<div>Não entendendo, o Desejo perguntou: como é que, fazendo tudo o que é possível, devo me preocupar com minha liberdade?! Ao que o amigo respondeu: é que, quando se faz isso, se vai para prisão, para o manicômio ou para o IML.</div>
<div>Era melhor pensar noutra hipótese. O Desejo não estava a fim de ficar preso, ir direto à morte ou tomar remédios. “Se no Rio tão internando até criança sem consentimento familiar, imagina quais seriam minhas chances”, avaliou.</div>
<div>Havia um último amigo na lista. Um artista. E ele foi todo animação. Disse ao Desejo que, ao contrário dos caretas e individualistas, os artistas conseguem viver as intensidades da vida. Afirmou que, mesmo se solidarizando com os loucos e com alguns dos presos, é possível fazer de sua expressão algo livre, produtivo, capaz de afetar outros, na rua, nos palcos, em qualquer lugar em que o homem possa expressar sua arte.</div>
<div>O Desejo já se animava e perguntou logo se não havia alguma condição.</div>
<div id="_mcePaste">Ao que ganhou a seguinte resposta: seria preciso o reconhecimento como artista, ter vida de artista.</div>
<div>“Como assim? A arte não pode ser espontânea, aguda e singular?”</div>
<div>“Pode”, começou o artista, “mas desde que seja embasada, desde que remeta a uma grande referência como Duchamp. Ou a um grande pensador, como Deleuze. Tem mais: artista que se preza rompe com os padrões sociais, se opõe à mesmice, como um comunista se opõe ao capitalismo.”</div>
<div>“Como fazer isso?”, pergunta o Desejo.</div>
<div>“Tendo experiências homossexuais, usando roupas coloridas, vendo filmes cults e, o mais importante, conseguindo financiamento através de editais de Cultura.</div>
<div>O Desejo disparou: “Quer saber, vou para a casa do caralho! Vou viver na bolsa escrotal. É isso, no saco! Em todos os lugares, você tem que ser isso ou aquilo. E mesmo quando alguém não faz isso ou aquilo&#8230; é preso, morto ou patologizado. Que saber? Fui! Pelo menos, antes de sair e ir pelo ralo, passo pela porra do gozo!”</div>
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		<title>Presentinho</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 14:37:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito legal a performance do The Gift, ontem, no Teatro Odisséia (Rio). Grávida, a cantora Sónia Tavares ganhou a gente da plateia. A banda salpicou nossos ouvidos com português de Portugal, New Order e Legião Urbana. Nesse caso, a brincadeira não foi além duma passagem rapidíssima por &#8220;Índios&#8221;, mas que mereceu aplausos entusiasmados das cento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Muito legal a performance do The Gift, ontem, no Teatro Odisséia (Rio). Grávida, a cantora Sónia Tavares ganhou a gente da plateia. A banda salpicou nossos ouvidos com português de Portugal, New Order e Legião Urbana. Nesse caso, a brincadeira não foi além duma passagem rapidíssima por &#8220;Índios&#8221;, mas que mereceu aplausos entusiasmados das cento e poucas pessoas que estavam lá. Ok, 200 pessoas e não se fala mais nisso. Muita coisa foi cantada em inglês, deixando a gente com vontade de ouvir mais da nossa língua com aquele sotaque dos manos do outro lado do Atlântico. Pelo menos era esse o comentário entre alguns sujeitos, na fila do caixa. Este escriba aqui engrossa o coro.</div>
<div id="_mcePaste">E por falar em The Gift, um presente pro camará Alceu Melício:</div>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FPxNT2JbtFo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/FPxNT2JbtFo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Ao passado, e avante</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 15:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para animar uma manhã de vários compromissos, The Baggios. Para relaxar na hora do almoço, Baden Powell. O primeiro, em MP3. O segundo, em vinil. E agora, à tarde? Rádio, não dá. O tiozinho da papelaria ao lado, ouvindo uma estação noticiosa, bem cedinho, parecia chamar para uma viagem ao passado. É um pouco para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para animar uma manhã de vários compromissos, <a href="http://www.thebaggios.com.br/" target="_blank">The Baggios</a>. Para relaxar na hora do almoço, Baden Powell. O primeiro, em MP3. O segundo, em vinil. E agora, à tarde? Rádio, não dá. O tiozinho da papelaria ao lado, ouvindo uma estação noticiosa, bem cedinho, parecia chamar para uma viagem ao passado. É um pouco para o passado que o The Baggios te leva, com aquele flerte bluesy e raul-seixano. Mas ainda não dá para falar muito sobre o álbum. Melhor ouvir mais. Mas e agora à tarde, hein!? Uma maratona em frente ao computador será que pede uma coisa mais, digamos, futurista? E agora à tarde, hein!?</p>
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		<title>Mais calcinhas</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 17:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tom Zé fez um vídeo-resposta, um vídeo-continuação para aquela história das calcinhas. O baiano lava e &#8220;consagra&#8221; as peças íntimas que recebeu no palco do Circo Voador&#8230;

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Tom Zé fez um vídeo-resposta, um vídeo-continuação para aquela história das calcinhas. O baiano lava e &#8220;consagra&#8221; as peças íntimas que recebeu no palco do Circo Voador&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ldPJD9S9Bcg?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ldPJD9S9Bcg?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Jacaré?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 18:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caramba, é mesmo o Jacaré no clipe do Garotas Suecas? Durante muito tempo, ainda mais depois de &#8220;Pulp fiction&#8221;, John Travolta contou com a &#8220;defesa&#8221; deste escriba: &#8220;Ele está gordo, mas pelo menos pode tirar onda de que sabe dançar&#8230;&#8221; Agora, alguém mandou um link com o clipe de uma música do grupo Garotas Suecas e&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Caramba, é mesmo o Jacaré no clipe do Garotas Suecas? Durante muito tempo, ainda mais depois de &#8220;Pulp fiction&#8221;, John Travolta contou com a &#8220;defesa&#8221; deste escriba: &#8220;Ele está gordo, mas pelo menos pode tirar onda de que sabe dançar&#8230;&#8221; Agora, alguém mandou um link com o clipe de uma música do grupo Garotas Suecas e&#8230; Macacos me mordam se aquele cara lá animando o vídeo de &#8220;Banho de ducha&#8221; não é o Jacaré. Ele também tá gordo, reparem só. O Garotas Suecas, banda que só tem gente mais ou menos magra, pode por sua vez tirar onda de ter lançado álbum nos States e na Europa.</div>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3QJHSVw-rrM?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/3QJHSVw-rrM?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Radiofest</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 13:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante algumas horas, naquela sexta-feira, tudo que as pessoas falavam parecia ter a ver com o álbum novo do Radiohead. Foi quando surgiu o convite para participar de uma audição de “The king of limbs”, com três manos. Noite de sexta-feira, sabe como é, né? Aquela obrigação de achar na cidade alguma diversão. Neguinho te [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante algumas horas, naquela sexta-feira, tudo que as pessoas falavam parecia ter a ver com o álbum novo do Radiohead. Foi quando surgiu o convite para participar de uma audição de “The king of limbs”, com três manos. Noite de sexta-feira, sabe como é, né? Aquela obrigação de achar na cidade alguma diversão. Neguinho te cobra. Ok. Urca. Convite aceito, mas não sem alguma culpa. É que havia uma dose de “malandragem” do escriba aqui: contar com comentários de três especialistas no assunto Radiohead para, com isso, construir uma crônica. Claro. Um desses caras já foi a Amsterdã “só” para assistir a um show do Cabeça-de-rádio. Além disso, era a chance também de fazer um texto em que os personagens seriam tratados como em “Cães de aluguel”. Meus amigos viraram White, Orange e Blue.</p>
<p>“Bloom”, a primeira faixa, já chegou “causando”. Interrompida aos 15 segundos de execução, quando Mister White mexeu no monitor do Mac e o bagulho parou, ela voltou com força. Dava para sacar bem a força de CADA música, nessa audição. Por algum motivo, White não conseguira fazer o computador executar as músicas em sequência. O que no início foi visto como um problema revelou-se algo muito produtivo. Os intervalos ficaram cheios de comentários e histórias. “The king of limbs”, o álbum, havia se transformado numa festa – em que era o personagem principal.</p>
<p>Mister Blue, o que já atravessou o mar para ouvir a banda e havia me convidado para a festa, ficou calado. Parecia preocupado, querendo mesmo mergulhar no som. Confessou depois que já tinha ouvido o disco. Radiohead, pra ele, deve estar associado a qualquer coisa que tenha a ver com grandes distâncias. Meu amigo havia “provado” o álbum num voo entre Brasília e Rio, na manhã daquela sexta. Quando terminamos a segunda faixa, “Morning Mr. Magpie”, comentou: “Por enquanto, ainda dá para ouvir o que o Thom Yorke canta.” Não dava para saber se Blue estava lembrando de uma experiência terrível no avião ou se aquilo era preocupação com o efeito que a cerveja seria capaz de provocar na nossa festa-audição.</p>
<p>Mister Orange comparou “Morning Mr. Magpie” a um xaxado. Depois, amenizou, dizendo que tinha apenas sido debochado. Não tinha. Todo mundo acabou concordando mais tarde que a aquela música carrega uma aura cangaceira. Orange disse que o zumbido no fim da faixa dura 20 segundos. Blue riu e confessou que no avião tinha achado que o zumbido era só o barulho da turbina.</p>
<p>O que este escriba, num momento de “maldade”, diria sobre “Little by little”, que veio em seguida, é que tem guitarrinhas meio Matchbox Twenty. A rapaziada continuou enxergando um flerte forrozeiro. Ou, como deve ser mais apropriado para uma análise radioheadiana, um flerte for-all-zeiro. “Nessa faixa, eu curto me ligar na zabumba”, detalhou Orange. “HOJE, NO BALLROOM, RADIOHEAD, O REI DO FORRÓ!” Esse foi Blue, num momento de entusiasmo.</p>
<p>Primeiro grande intervalo. Depois de um trecho de western espaguetão e de um vídeo desses com milhões de acessos, um em que um tiozinho é assaltado, começamos a ouvir “Feral”. Todos tínhamos rido demais com a programação de vídeos de Mister White, durante o grande intervalo, mas não tivemos dificuldade para mergulhar de volta no álbum. Depois dessa “Feral”, surgiu uma espécie de regra: cada um teria direito de pedir o repeteco de uma das oito faixas. Quando “Feral” acabou, o que aconteceu foi que começamos uma discussão para ver quem pediria aquela ali de volta.</p>
<p>“Lotus flower” assusta. Significa que o disco já passou da metade. A festa vai acabar. Uma voz meio que do Além diz: “Vocoder&#8230;” E Mister Orange completa, aqui desse mundo mesmo: “Ele canta em falsete. Essa é mais pop, né?” Mister Blue e eu concordamos noutra coisa: “As músicas não parecem longas. São, isso, sim, pesadas. Não tristes. Pesadas!”</p>
<p>“Codex” traz de volta a história de detalhes que precisam ser percebidos, esteja ou não você do lado da turbina de um avião. Orange pede que White volte, repita. “Bota isso aí de novo, que é uma bobagem mas a gente não pode perder&#8230;”, diz, referindo-se ao iniciozinho de “Codex”.  E comove-se: “Essa música tem um nome bonito.” Silêncio absoluto. Mister Blue: “Parece música religiosa. ‘Radiohead acaba de anunciar que houve um erro nos downloads&#8230;’ Eu ia gostar, se eles fizessem isso.”</p>
<p>Estava acabando&#8230; “Give up the ghost”, a sétima. Caramba, estava acabando. Uma provocação do cara aqui que ficava anotando coisas: “Bicho, isso é uma viagem ao passado, como que a hora de acender velas.” Ao que Mister Orange respondeu: “Esse é um final brega, mas eles&#8230; U2, Queen, Nirvana&#8230; Falta uma música, né? ‘Separator’&#8230;”</p>
<p>White: “‘Separator Tabajara&#8230;’”<br />
Orange: “É&#8230;”<br />
White: quieto, devia estar bolado com alguma coisa.</p>
<p>Orange aposta que em “Separator” a banda usou um contrabaixo sem trastes. “Não são notas precisas”, explica. “E tem um piano agudinho que não dá pra saber se é de verdade&#8230;” Ok.</p>
<p>Ouvimos de novo “Feral”, “Little by little”, “Give up the ghost” e&#8230; de repente&#8230; uma da Nação Zumbi. Mister White cata o mouse rapidamente e pede desculpas: “Errei na dimensão do shuffle.” Quando ele consegue fazer o que queria, a máquina sorteia “Separator”. Esse cara não se entendia mesmo com o computador, mas no fim das contas a festa foi muito boa.</p>
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		<title>Wander Wildner em &#8217;sit-comedy&#8217;, no Rio</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 19:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Solar de Botafogo, você assiste aos shows sentado numa confortável poltrona. Climinha de teatro/cinema. É legal, mas&#8230; para uma aparição de Wander Wildner, será? Pois é, a primeira lembrança, ao entrar na casa que fica perto do cemitério de Botafogo (Zona Sul do Rio), foi a de um show que Os Replicantes &#8211; antiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Solar de Botafogo, você assiste aos shows sentado numa confortável poltrona. Climinha de teatro/cinema. É legal, mas&#8230; para uma aparição de Wander Wildner, será? Pois é, a primeira lembrança, ao entrar na casa que fica perto do cemitério de Botafogo (Zona Sul do Rio), foi a de um show que Os Replicantes &#8211; antiga banda de WW &#8211; fizeram no Cine Íris, no centro da cidade, anos atrás. Naquela ocasião, neguinho arrancou poltronas da parte da frente da plateia. Agora, com WW no papel de baladeiro/punk-brega, é como se esse risco não existisse mais. Com risco ou sem, com poltrona ou sem: tanto faz. WW continua showman.<br />
No pequeno espetáculo de lançamento do seu mais recente álbum, “Caminando y cantando”, ele inicialmente parecia pouco à vontade. Ensaiou piadas, como uma zoação ao esquema stand-up comedy que hoje em dia parece reinar no Rio. “Eu faço <em>sit-comedy</em>”, brincou, querendo dizer que é capaz de nos entreter mesmo estando preso a uma cadeira. WW agradeceu ao veterano companheiro Jimi Joe por sua fundamental presença no papel de guitarrista-acompanhante, homenageou Tom Capone como que pedindo bênção a uma boa alma, e declarou no palco que Rodrigo Barba (bateria) e Melvin (baixo) são os dois mais novos “amigos”, leia-se parceiros-de-palco-pra-quando-ele-vier-ao-Rio.<br />
Isso &#8211; dois caras que tornam a produção possível &#8211; não adiantaria nada sem uma boa dose daquelas músicas falando de amor, sofrimentos, (des)encontros, mulheres, cerveja barata, masturbação. Coisas velhas e coisas novas. Wander temperou o <em>sit-comedy</em> com histórias como a que contou sobre a velha “Sandina”, pérola ainda da época d’Os Replicantes.<br />
A plateia que se juntou no refrigerado teatro parecia ser de antigos fãs. As “novas” músicas que WW cantou pareciam reafirmar suas escolhas estéticas. Dá para imaginar um grande caderno de rascunho, no qual o artista vai (re)trabalhando referências e temas. Detalhe fundamental: por mais que esse repertório atual possa ser tocado num esquema “acústico”, ainda há rebeldia, paixão e vigor em suas interpretações. Tudo embalado por um portunhol safado que deixa a brincadeira ainda mais divertida. Hasta la vista, comanchero.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/afc2XwrOM_I?hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/afc2XwrOM_I?hl=pt&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pHaZOdsVVFM?hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/pHaZOdsVVFM?hl=pt&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Quem avisa&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 19:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Simone do Vale avisa que o que o Dash está gravando é uma música para o tributo ao Second Come: &#8220;My cancer&#8221;. E o Larry Antha por sua vez avisa que ele e seus camaradas de Sex Noise estão pensando numa retomada.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Simone do Vale avisa que o que o Dash está gravando é uma música para o tributo ao Second Come: &#8220;My cancer&#8221;. E o Larry Antha por sua vez avisa que ele e seus camaradas de Sex Noise estão pensando numa retomada.</p>
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		<title>Ah, se o Elmiro pega ela&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 01:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Já era finzinho de 2010 quando Joe Strume escreveu, preocupado, querendo saber do pacote. &#8220;Pacote, cara?&#8221;, perguntei, sem obter dele qualquer explicação posterior. De repente, surge um daqueles troços que entopem nossas caixas de correio, nos obrigando a recorrer ao porteiro para conseguir tirar de lá o objeto sem querá-lo&#8230; Ainda mais que, olhando de fora, parecia um disco! &#8220;Ah, então o pacote que o Elmiro mandou é um LP!&#8221; Não era. Era um zine. Daqueles feitos em papel jornal, recheado de imagens e textos sobre discos de vinil etc. Um título chama a atenção: The Sell Outs &#8211; &#8220;Songs for a knife fight&#8221;. Pois é, o espírito do &#8220;Rock de Plástico&#8221;, o zine/blog do Elmiro, é esse aí. Um tosqueira da qual ele se orgulha muito. Obrigado, Elmiro, digo Joe.</p>
<div>Ele construiu um envelope no formato de um LP. Porque o zine tem o formato de um encarte de LP. A relação desses caras do &#8220;Rock de Plástico&#8221; com os vinis é &#8220;doentia&#8221;.</div>
<p>Conheci um jornalista que escreve sobre automóveis antigos. Um cara que, me mostrando a foto de um Chevrolet 40 e poucos, vermelho, ele comentou: &#8220;Isso é pra tocar uma punheta, né!?&#8221; Minha melhor resposta foi uma risada respeitosa. A gente nunca sabe com o que está mexendo. Assim como carros, os discos parecem ser ícones bem capazes de preencher com prazer o universo masculino. Elmiro e os caras que fazem o zine/blog com ele comprovam isso o tempo todo.</p>
<div>O zine não é exatamente cheio de novidades. Passeia por discos até bem antigos. E também por isso fica divertido para quem frequenta o universo das bolachinhas.</div>
<p>Enquanto esses caras se matam para conseguir novidades, tem gente que não está nem aí para os disquinhos. Dia desses, num café em Laranjeiras, um compacto repousava abandonado na estante, com o nome da ganhadora de uma promoção. Dois meses depois de ter vencido a disputa, ela mantinha o pobre compacto abandonado na loja. Gente sem coração. Ah, se o Elmiro pega ela&#8230;</p>
<div>Clique: http://rock-de-plastico.blogspot.com</div>
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		<title>Suando e aprendendo</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 17:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um calor infernal, no Rio. Todos os gringos da cidade parecendo camarões. No jornal, uma chamada assusta: os chineses estão levando choques, na tentativa de alcançar a cura para o vício da internet. Se estivessem no calor carioca, como os camarões do Velho Continente, seus dedos estariam tão sujos e suados por causa do calor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Um calor infernal, no Rio. Todos os gringos da cidade parecendo camarões. No jornal, uma chamada assusta: os chineses estão levando choques, na tentativa de alcançar a cura para o vício da internet. Se estivessem no calor carioca, como os camarões do Velho Continente, seus dedos estariam tão sujos e suados por causa do calor que seria impossível usar qualquer navegador de celular. Moral da história: quer evitar choques, venha assar sob o sol do Rio.</div>
<div></div>
<div>Uma saída para o calor pode ser a música. O parceiro de trampo coloca Björk para tocar. &#8220;Deus&#8221;, daquela fase Sugar Cubes. Engraçado lembrar o nome de uma música, tantos anos depois. Vamos ver se daqui a uns anos vai ser possível lembrar o significado da outra coisa &#8211; uma palavra &#8211; que o jornal me revelou, hoje: mobinauta. Trata-se do sujeito que navega pela web através do celular. Ah, tá. Suando e aprendendo.</div>
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		<title>Outro presentinho do velho Panço</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 16:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<title>Cortesia do Panço: Uzômi, no Velho Continente</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 17:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<title>Florida malandragem</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 18:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não teve chuva que derrubasse o bom humor de D2, ontem, no Circo Voador. Quase duas mil pessoas se espremeram para ver o ilustre do Andaraí se divertindo. Ele parecia estar se divertindo mesmo, assim como todo mundo ali.
Mais cedo, alguém na plateia comentara que a chuva era castigo. &#8220;Vai brincar com bagulho sério&#8230;&#8221;, dizia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Não teve chuva que derrubasse o bom humor de D2, ontem, no Circo Voador. Quase duas mil pessoas se espremeram para ver o ilustre do Andaraí se divertindo. Ele parecia estar se divertindo mesmo, assim como todo mundo ali.</div>
<div id="_mcePaste">Mais cedo, alguém na plateia comentara que a chuva era castigo. &#8220;Vai brincar com bagulho sério&#8230;&#8221;, dizia a menina para o cara, referindo-se à cruz de madeira colocada na parte de fora da lona &#8211; em frente ao palco. Era uma brincadeira. Estava ali para quem quisesse ser fotografado nos moldes da clássica capa de &#8220;Eu não sou santo&#8221;, em que Bezerra aparece numa cruz, com vários trabucos, tendo como fundo uma favela. Em seu disco, D2 completa a homenagem a Bezerra pegando essa ideia emprestada para a sua própria capa.</div>
<div id="_mcePaste">Ouvir &#8220;Malandragem dá um tempo&#8221; com a plateia inteira (incluindo a mãe, tias e tios de D2) cantando junto: não tem preço. A cruz acabou se revelando nada vingativa/magoada, mas, sim, capaz de abençoar toda aquela florida malandragem reunida ali.</div>
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		<title>Você tem medo de quê?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 19:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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Dessa vez, foi o Astronauta Pinguim quem escreveu &#8211; avisando que rola um single novo na praça. Dá para ouvir no MySpace dele: www.myspace.com/astronautapinguim.
&#8220;Harajuku girl&#8221; vem coberta por uma onda eletro-surf-psicodélica-velho-oeste-brega-parecendo-meio-oitentista-futurista. Vai ter gente achando meio datada, essa coisa.
Por falar em praça, a ideia de fazer um texto sobre o classe-mediano carioca que fica na [...]]]></description>
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<div>
<div id="_mcePaste">Dessa vez, foi o Astronauta Pinguim quem escreveu &#8211; avisando que rola um single novo na praça. Dá para ouvir no MySpace dele: www.myspace.com/astronautapinguim.</div>
<div>&#8220;Harajuku girl&#8221; vem coberta por uma onda eletro-surf-psicodélica-velho-oeste-brega-parecendo-meio-oitentista-futurista. Vai ter gente achando meio datada, essa coisa.</div>
<div>Por falar em praça, a ideia de fazer um texto sobre o classe-mediano carioca que fica na praça ouvindo música e dançando periga rodar. Neguinho tá com &#8220;medo&#8221; de dar entrevista. A amiga do amigo de um amigo disse &#8220;não&#8221;. E teve gente que sequer respondeu.</div>
<div>A que ponto chegamos&#8230;</div>
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		<title>Vai uma cota aí?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 17:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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Viu essa história de neguinho vender cotas de shows, para poder ter o prazer de ver certas bandas tocando por aqui? Parece maneiro. Um grupo de quatro pessoas organizou uma cotização para garantir a apresentação do Miike Snow no Circo Voador, no Rio. Foram cem cotas, cada uma custando 200 pratas.
Com isso, é possível cobrir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">Viu essa história de neguinho vender cotas de shows, para poder ter o prazer de ver certas bandas tocando por aqui? Parece maneiro. Um grupo de quatro pessoas organizou uma cotização para garantir a apresentação do Miike Snow no Circo Voador, no Rio. Foram cem cotas, cada uma custando 200 pratas.</div>
<div id="_mcePaste">Com isso, é possível cobrir os custos básicos da noite: cachê, passagens, hospedagem&#8230;</div>
<div id="_mcePaste">O peixe vendido foi assim: se forem vendidos 800 ingressos para o show (a R$ 50), os cotistas recebem de volta o dindim investido. Parece ainda mais maneiro, assim.</div>
<div id="_mcePaste">De repente, o Rio &#8211; no que diz respeito a apresentação de bandas &#8211; vai deixar de ser a &#8220;terra da lista&#8221; para virar &#8220;terra de cotas&#8221;. Do jeito que essas modas se espalham&#8230; Essa bem que podia colar, hein!? O que acha disso?</div>
<div id="_mcePaste">Dando uma escutada numa das faixas que estão usando para divulgar o Miike Snow, &#8220;Animal&#8221;, este escriba sentiu-se transportado de volta aos&#8230; anos 80. Puts, anos 80, de novo? Bom, pelo menos em &#8220;Animal&#8221;, a gente tem a impressão de que o cara dentro da caixa de som é o Sting-das-antigas.</div>
</div>
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