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	<title>SAmbaPUNk &#187; Crônicas</title>
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		<title>Calma, Jack!</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 21:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
&#8220;Blunderbuss&#8221;, o novo álbum de Jack White, já tem data de lançamento: 24 de abril. A Third Man Records anunciou ainda mais: que vai colocar na praça, agora em 7 de fevereiro, um sete polegadas (vinil!) com &#8220;Love interruption&#8221;, primeiro single do disco. O compacto terá no lado B &#8220;Machine gun shilhouette&#8221;, faixa que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2012/01/jack-white-blunderbuss.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2017" title="&quot;Blunderbuss&quot; é o nome do novo álbum de Jack White. Traduzindo: &quot;garrucha&quot;, &quot;bacamarte&quot;" src="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2012/01/jack-white-blunderbuss.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>&#8220;Blunderbuss&#8221;, o novo álbum de Jack White, já tem data de lançamento: 24 de abril. A Third Man Records anunciou ainda mais: que vai colocar na praça, agora em 7 de fevereiro, um sete polegadas (vinil!) com &#8220;Love interruption&#8221;, primeiro single do disco. O compacto terá no lado B &#8220;Machine gun shilhouette&#8221;, faixa que não fará parte do LP &#8211; para qualquer blueseiro estadunidense, malandragem pouca é mesmo bobagem.<br />
.<br />
O próprio White produziu &#8220;Blunderbuss&#8221;. E através de sua assessoria declarou que este álbum só poderia ter surgido mesmo agora: &#8220;Adiei por muito tempo isso de lançar um disco com o meu nome, mas essas músicas tinham que ser mostradas assim, com o meu nome. Elas foram escritas a partir de rascunhos, não têm nada a ver com qualquer outra pessoa ou qualquer outra coisa que não seja a minha própria expressão, minhas próprias cores na minha própria tela de pintura.&#8221;<br />
.<br />
Nesse quadro, parece que não há vermelho. Só preto e branco. O som? Cool-bluesy-pop-rock. E você aí que gosta de expressões em inglês deve estar sorrindo de prazer. Sobre White, que tem toda essa onda blueseira das antigas, melhor mesmo valer-se de termos assim.<br />
.<br />
Dando uma olhada na letra e, atento à interpretação do cara, você pode facilmente coçar a cabeça e pensar: aquilo tem um princípio-&#8221;Canto-de-Ossanha&#8221;, de que &#8220;o amor só é bom se doer&#8221;. Clique aí embaixo para sofrer um pouco ou festejar seu amorzinho.<br />
.<br />
Um dicionário e São Google explicam que “blunderbuss” significa “garrucha” ou “bacamarte”. Aquelas armas antigas, sabe? Será que se trata de um disco “chamando pra briga”? Com uma capa (Do single ou do álbum?) que mostra uma navalha na mão do sujeito e um título assim, parece que o cara está preparado para encarar qualquer crítica.<br />
.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fD12wH9En6s?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/fD12wH9En6s?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>&#8220;Vamos matar nossa sede&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 18:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começar um disco com um colorido psicodélico-garageiro, espancando os tambores e ligando a massa com riffs simples pode ser como dizer “Se liga aí que a gente não tá de brincadeira, não, mano”. Às vezes, é caô. Não é o caso dos Bonnies. No registro “Rock and roll sem nome”, é isso/assim que eles fazem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1982" class="wp-caption aligncenter" style="width: 408px"><a href="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Os-Bonnies.jpg"><img class="size-full wp-image-1982" title="Os Bonnies" src="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Os-Bonnies.jpg" alt="&quot;Rock and roll sem nome&quot;" width="398" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">DETALHE DA CAPA DE &quot;ROCK AND ROLL SEM NOME&quot;</p></div>
<p>Começar um disco com um colorido psicodélico-garageiro, espancando os tambores e ligando a massa com riffs simples pode ser como dizer “Se liga aí que a gente não tá de brincadeira, não, mano”. Às vezes, é caô. Não é o caso dos Bonnies. No registro “Rock and roll sem nome”, é isso/assim que eles fazem, com “Ela foi embora (vestida de giz)”. Com um título capaz de levar neguinho para o fundo de um poço, bem como tirar de lá qualquer pobre sofredor, a música comprova a capacidade da banda natalense de provocar sensações. É. Isso. Os Bonnies não fazem música analgésica.<br />
.<br />
Depois, vem “Leve”, um flertezinho indiano-instrumental. “Vamos correr, meninas, vamos tirar nossas roupas nesse dia de frio, aproveitando que estamos aqui isolados. E vamos correr. Tem um rio aqui perto. Vamos matar nossa sede.” De leve&#8230; É isso que parece estar por trás daquela tranquilidade-à-Pixies que há em “Leve”. Embarque! Hora do embarque!<br />
.<br />
“Rock and roll sem nome”, faixa-título do “álbum”, começa anunciando country e antes de você completar uma frase – “Parece com o Velvet Un&#8230;” – ela termina. “Perdi a cabeça” é à sua maneira meio jovem-guardista. “Nos meus sonhos” é mais divertida. “Não aqui não agora” não é a melhor do disco.<br />
.<br />
“Amanheceu” nos leva de volta ao clima de abertura e a última faixa chega como uma espécie de confirmação conceitual.  É que ela não é “Sem nome”. Ela não tem nome e pronto. Um cyber-far-west. Sem nome.</p>
<p><a href="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Os-Bonnies_bilhete.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1984" src="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Os-Bonnies_bilhete.jpg" alt="" width="396" height="296" /></a></p>
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		<title>A história de um amigo do Homer Simpson</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 16:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“A morte de Bunny Munro”, de Nick Cave, já é “velho”; ok. Foi publicado aqui pela Record em 2010. Mas vale falar desse romance, ainda agora, no mínimo, por causa de uma assustadora sensação que este velho australiano acaba por dividir com a gente: nesse mundo de meu Deus, o que não falta é gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A morte de Bunny Munro”, de Nick Cave, já é “velho”; ok. Foi publicado aqui pela Record em 2010. Mas vale falar desse romance, ainda agora, no mínimo, por causa de uma assustadora sensação que este velho australiano acaba por dividir com a gente: nesse mundo de meu Deus, o que não falta é gente vivendo à moda Homer Simpson.</p>
<p>Percorrendo trezentas e tantas páginas, mergulhamos num universo americano-pop-decadente. E caminhamos cambaleando e sofrendo com um personagem, quer dizer, um mané que trata todas as mulheres como se fossem coelhas achadas no lixo.</p>
<p>O livro carrega um baita potencial cinematográfico. Já está quase tudo lá, até um otário topetudo que usa Zippo e camisas coloridas. São várias e sutis as preparações que o escriba faz, deixando todos os detalhes bem ligados e dando uns aos outros uma boa sustentação.</p>
<p>Nick Cave aproveita a oportunidade para falar um pouco de música. E faz isso de uma maneira “assustadora”. Tanto que, lá no fim, ele além de agradecer pede desculpas a Kylie Minogue e Avril Lavigne. Leitura divertida.</p>
<div id="attachment_1970" class="wp-caption aligncenter" style="width: 398px"><a href="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0512.jpg"><img class="size-full wp-image-1970" title="&quot;A morte de Bunny Munro&quot;" src="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0512.jpg" alt="&quot;A morte de Bunny Munro&quot;" width="388" height="519" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;A morte de Bunny Munro&quot;</p></div>
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		<title>Sejamos escrotos</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 14:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O amigo Thiago &#8220;Alceu&#8221; Melício colaborando com o &#8220;Sambapunk&#8221;. 
Pensei e cheguei à seguinte inconclusão: sejamos escrotos, vamos para a casa do caralho!
Em três partes.
O Desejo ligou pra um amigo, queixando-se: não sabia aonde ir. Disse que estava deixando de ser potência e tornando-se angústia e estresse. Gostaria de fazer algo antes que fosse anestesiado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O amigo Thiago &#8220;Alceu&#8221; Melício colaborando com o &#8220;Sambapunk&#8221;. </strong></p>
<div id="_mcePaste">Pensei e cheguei à seguinte inconclusão: sejamos escrotos, vamos para a casa do caralho!</div>
<div>Em três partes.</div>
<div>O Desejo ligou pra um amigo, queixando-se: não sabia aonde ir. Disse que estava deixando de ser potência e tornando-se angústia e estresse. Gostaria de fazer algo antes que fosse anestesiado, não suportando a não-expressão de sua própria existência.</div>
<div>O amigo sugeriu trabalho na Petrobras e investimento na Bolsa. Se fosse bem-sucedido, teria grana para viajar pelo mundo e aproveitar as boas coisas da vida.</div>
<div>O Desejo animado perguntou o que tinha que fazer. O amigo disse que isso dependeria apenas do esforço dele, pois “todos podem chegar ao topo, basta insistência e perseverança”. Teria no entanto que satisfazer alguns requisitos: ser heterossexual, usar camisa e gravata, ter celular com internet e nada de Microsoft. Todos os eletrônicos deveriam ser da Apple.</div>
<div>“Essa saída é muito individualista, careta e cara”, pensou. E viu logo em seguida que precisava fazer algo, pois percebeu espinhas inflamadas e nódulos no corpo. Assim, resolveu ir ao extremo e ligou para o conhecido mais radical que tinha, perguntando por onde ir.</div>
<div>Esse parceiro radical respondeu que não havia caminhos certos. Na verdade, o que o Desejo precisava fazer era seguir por conta própria, deflagrar tudo o que lhe fosse possível, sem pudor, sem moral.</div>
<div>O Desejo ficou entusiasmadíssimo. Porém&#8230; de novo o porém&#8230; o amigo radical explicou que havia uma condição: disposição para privar-se de sua liberdade.</div>
<div>Não entendendo, o Desejo perguntou: como é que, fazendo tudo o que é possível, devo me preocupar com minha liberdade?! Ao que o amigo respondeu: é que, quando se faz isso, se vai para prisão, para o manicômio ou para o IML.</div>
<div>Era melhor pensar noutra hipótese. O Desejo não estava a fim de ficar preso, ir direto à morte ou tomar remédios. “Se no Rio tão internando até criança sem consentimento familiar, imagina quais seriam minhas chances”, avaliou.</div>
<div>Havia um último amigo na lista. Um artista. E ele foi todo animação. Disse ao Desejo que, ao contrário dos caretas e individualistas, os artistas conseguem viver as intensidades da vida. Afirmou que, mesmo se solidarizando com os loucos e com alguns dos presos, é possível fazer de sua expressão algo livre, produtivo, capaz de afetar outros, na rua, nos palcos, em qualquer lugar em que o homem possa expressar sua arte.</div>
<div>O Desejo já se animava e perguntou logo se não havia alguma condição.</div>
<div id="_mcePaste">Ao que ganhou a seguinte resposta: seria preciso o reconhecimento como artista, ter vida de artista.</div>
<div>“Como assim? A arte não pode ser espontânea, aguda e singular?”</div>
<div>“Pode”, começou o artista, “mas desde que seja embasada, desde que remeta a uma grande referência como Duchamp. Ou a um grande pensador, como Deleuze. Tem mais: artista que se preza rompe com os padrões sociais, se opõe à mesmice, como um comunista se opõe ao capitalismo.”</div>
<div>“Como fazer isso?”, pergunta o Desejo.</div>
<div>“Tendo experiências homossexuais, usando roupas coloridas, vendo filmes cults e, o mais importante, conseguindo financiamento através de editais de Cultura.</div>
<div>O Desejo disparou: “Quer saber, vou para a casa do caralho! Vou viver na bolsa escrotal. É isso, no saco! Em todos os lugares, você tem que ser isso ou aquilo. E mesmo quando alguém não faz isso ou aquilo&#8230; é preso, morto ou patologizado. Que saber? Fui! Pelo menos, antes de sair e ir pelo ralo, passo pela porra do gozo!”</div>
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		<title>Amigos punks, onde estão vocês?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 15:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto este escriba que vos digita e o camará Caco Spector conversam sobre a possibilidade de produzir no Rio de Janeiro um show da Graforréia Xilarmônica, em dezembro, surgiram uns vídeos. É, conversas internéticas rendem vídeos-exemplos. A ideia é trazer ao Rio a Graforréia com a formação original&#8230; Que tal?

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto este escriba que vos digita e o camará Caco Spector conversam sobre a possibilidade de produzir no Rio de Janeiro um show da Graforréia Xilarmônica, em dezembro, surgiram uns vídeos. É, conversas internéticas rendem vídeos-exemplos. A ideia é trazer ao Rio a Graforréia com a formação original&#8230; Que tal?</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/asorJvDE0Rs?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/asorJvDE0Rs?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Presentinho</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 14:37:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito legal a performance do The Gift, ontem, no Teatro Odisséia (Rio). Grávida, a cantora Sónia Tavares ganhou a gente da plateia. A banda salpicou nossos ouvidos com português de Portugal, New Order e Legião Urbana. Nesse caso, a brincadeira não foi além duma passagem rapidíssima por &#8220;Índios&#8221;, mas que mereceu aplausos entusiasmados das cento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Muito legal a performance do The Gift, ontem, no Teatro Odisséia (Rio). Grávida, a cantora Sónia Tavares ganhou a gente da plateia. A banda salpicou nossos ouvidos com português de Portugal, New Order e Legião Urbana. Nesse caso, a brincadeira não foi além duma passagem rapidíssima por &#8220;Índios&#8221;, mas que mereceu aplausos entusiasmados das cento e poucas pessoas que estavam lá. Ok, 200 pessoas e não se fala mais nisso. Muita coisa foi cantada em inglês, deixando a gente com vontade de ouvir mais da nossa língua com aquele sotaque dos manos do outro lado do Atlântico. Pelo menos era esse o comentário entre alguns sujeitos, na fila do caixa. Este escriba aqui engrossa o coro.</div>
<div id="_mcePaste">E por falar em The Gift, um presente pro camará Alceu Melício:</div>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FPxNT2JbtFo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/FPxNT2JbtFo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Ao passado, e avante</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 15:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para animar uma manhã de vários compromissos, The Baggios. Para relaxar na hora do almoço, Baden Powell. O primeiro, em MP3. O segundo, em vinil. E agora, à tarde? Rádio, não dá. O tiozinho da papelaria ao lado, ouvindo uma estação noticiosa, bem cedinho, parecia chamar para uma viagem ao passado. É um pouco para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para animar uma manhã de vários compromissos, <a href="http://www.thebaggios.com.br/" target="_blank">The Baggios</a>. Para relaxar na hora do almoço, Baden Powell. O primeiro, em MP3. O segundo, em vinil. E agora, à tarde? Rádio, não dá. O tiozinho da papelaria ao lado, ouvindo uma estação noticiosa, bem cedinho, parecia chamar para uma viagem ao passado. É um pouco para o passado que o The Baggios te leva, com aquele flerte bluesy e raul-seixano. Mas ainda não dá para falar muito sobre o álbum. Melhor ouvir mais. Mas e agora à tarde, hein!? Uma maratona em frente ao computador será que pede uma coisa mais, digamos, futurista? E agora à tarde, hein!?</p>
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		<title>Melhor não criar outro blog</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 22:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neguinho hoje em dia fica muito em dúvida entre os três pontos e o ponto-final. Quer dizer, não ficam em dúvida. Colocam dois pontos. Não um em cima do outro, pra anunciar. Um depois do outro, do lado, para também&#8230; anunciar. Ah, então talvez seja isso, mudaram a maneira de usar dois-pontos. Surge uma pergunta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Neguinho hoje em dia fica muito em dúvida entre os três pontos e o ponto-final. Quer dizer, não ficam em dúvida. Colocam dois pontos. Não um em cima do outro, pra anunciar. Um depois do outro, do lado, para também&#8230; anunciar. Ah, então talvez seja isso, mudaram a maneira de usar dois-pontos. Surge uma pergunta quase “natural”, depois dessa constatação: como é isso na música, o que mudou nas teorias, nas convenções, e é capaz de deixar um ouvinte perdido? Se tem leitor meio perdido, deve ter também ouvinte meio perdido.</div>
<div id="_mcePaste">&#8230;</div>
<div id="_mcePaste">Amanhã, tem The Gift no Teatro Odisséia. Será que é o tipo de show de onde as pessoas saem&#8230; &#8230;perdidas?</div>
<div id="_mcePaste">&#8230;</div>
<div id="_mcePaste">Rola uma dúvida muito grande sobre “literalizar” – tem alguma palavra melhor aí? – esse blog-espaço. Sobre como manter o caráter jornalístico. Mas talvez seja a hora de brincar mesmo de sair do quadrado. (Gargalhada). (Suspiro). E dizer isso já é ter saído. Não sacou? Vai procurar outra coisa pra ler, cara. “Literalizar” não estava nos dicionários que este escriba usou para pesquisar. Vale dizer que aqui já tem uma “Editoria” batizada de “Literatice”. Ela serve. Ela foi/é (pouco) usada.</div>
<div id="_mcePaste">&#8230;</div>
<div id="_mcePaste">Por mais que exista esse descompromisso, existe também uma “culpa”. Não é pra rir. Essa culpa está lá o álbum do The Baggios, que a Bela mandou e é bom que ele seja ouvido. E está lá também num disquinho dos Bonnies, que eles também mandaram&#8230; Quer dizer, a culpa não está lá. Ela surge com a demora. Muita demora para dar a esses álbuns a chance de transformar os dias em melhores dias. Pelo menos uma chance os discos devem ter.</div>
<div id="_mcePaste">&#8230;</div>
<div id="_mcePaste">Semanas atrás, numa mesa-redonda, um cara de rádio diz: &#8220;Crise não existe. Crise? Que crise? As pessoas têm muito medo, é isso&#8230;&#8221; Entusiasmo assustador, o desse sujeito.</div>
<div id="_mcePaste">&#8230;</div>
<div id="_mcePaste">Será que este escriba na verdade está procurando desculpas para poder largar o tal do “compromisso jornalístico” de vez e, assim, poder falar que uma coisa é uma m#*♪∆¶∞erda e pronto?! Deixar de ser jornalista é poder falar!? Então, dá licença, ninguém mais vai ser jornalista o tempo todo aqui. Você pode falar com sua analista a respeito disso.</div>
<div id="_mcePaste">Tá tudo muito esculhambado por aí pra ficar este blog aqui seguindo regras demais. Claro que a onda é poder contar sempre com uma certa “boa educação”. Mas&#8230; Isso tem limite!</div>
<div id="_mcePaste">&#8230;</div>
<div id="_mcePaste">Momento de dúvida: é pra publicar mesmo?</div>
<div id="_mcePaste">&#8230;</div>
<div id="_mcePaste">Caramba, “pra” em vez de “para”! Talvez isso seja evolução&#8230; Só não peçam por favor que os dois-pontos aqui fiquem como andam fazendo (..) por aí. Aqui, “adequação” ainda tem algum limite.</div>
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		<title>Mar batendo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 17:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado/Negócios]]></category>
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A gente já sabia que “o mar quando quebra na praia é bonito”. E também que “quem samba na beira do mar é sereia”. Mas sempre temos algo – bom – a aprender/sentir sobre isso aí. O Eskimo dá a entender que compartilha desse sentimento, no que mostra em letras, melodias, arranjos e brincadeiras. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Eskimo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1914" title="Eskimo" src="http://www.sambapunk.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Eskimo-300x273.jpg" alt="" width="300" height="273" /></a></p>
<div id="_mcePaste">A gente já sabia que “o mar quando quebra na praia é bonito”. E também que “quem samba na beira do mar é sereia”. Mas sempre temos algo – bom – a aprender/sentir sobre isso aí. O Eskimo dá a entender que compartilha desse sentimento, no que mostra em letras, melodias, arranjos e brincadeiras. E em seu álbum de estreia, “Felicidade interna bruta” (depois de um EP de 2006), nos convida a uma série de mergulhos. O disco não é exatamente sobre o mar. Mas as alusões são frequentes, convidativas e envolventes.</div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div>Molhamos prazerosamente o pé com a instrumental “Flango xadlez”. De cara, uma vinhetinha boa para uma trilha de filme de Woody Allen. A água parece quentinha em “Bipolar”, música capaz de nos mostrar uma onda, digo, um vigor às vezes rolling-stoniano. Coisa que se estende até a faixa seguinte, “Cavalo de fogo”, mais tomada por um certo abatimento. Medo de se afogar, sabe? Se existe isso, nesse álbum, está aqui nessa faixa. Convida e assusta, ela. “Eu peço ‘altos’/ pra quem só mal me quer”, canta Cauê Nardi. A boa letra é de Patrick Laplan e tem ainda um caixote garantido: “Eu só te quero bem&#8230; bem longe”.</div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div>Seguindo na correnteza e&#8230; Ah, finalmente uma faixa que traz no título a palavra mágica. Encharcada com a sutileza das teorias de mesa de boteco, “No fundo do mar” fica melhor a cada audição. Confessional, intimista. “Homem ao mar” e “Botões” seguem a mesma onda, sendo um pouco mais “duras”. “Forte apache” e “A curva” são rocks, “A las mujeres  les queda mal torear” é um “tango”, “Canção para os amigos” tem uma aura bluesy.</div>
<div id="_mcePaste">.</div>
<div>“Harbolita”, meio sambinha, é um oceano de máximas: “Você deixou de ser a Brastemp da minha vida”, “Só nos blocos eu esqueço que sou planilha de Excell”, “O poder do eu duvido é tiro e queda com você”. Pode mergulhar.</div>
<div></div>
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		<title>Viva os clipes (ou &#8220;O novo do Criolo&#8221;)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 17:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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		<description><![CDATA[Editar vídeo é um saco. Demora pra caramba. Está aí o grande gargalo das &#8220;produções&#8221; do &#8220;Sambapunk&#8221;. Feito o desabafo, chega a hora de sugerir: o sujeito que inventou o clipe merece um prêmio!
É que a gente que não consegue dar conta desse compromissozinho besta de fazer regularmente textos razoáveis/consistentes acaba apelando para o filminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Editar vídeo é um saco. Demora pra caramba. Está aí o grande gargalo das &#8220;produções&#8221; do &#8220;Sambapunk&#8221;. Feito o desabafo, chega a hora de sugerir: o sujeito que inventou o clipe merece um prêmio!</p>
<p>É que a gente que não consegue dar conta desse compromissozinho besta de fazer regularmente textos razoáveis/consistentes acaba apelando para o filminho que um &#8220;amigo&#8221; divulgou no Twitter ou no Facebook.</p>
<p>Não é só por isso que está entrando aqui hoje esse vídeo do Criolo. A fita é maneira. Saca:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jlXXmeTOMSM?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/jlXXmeTOMSM?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Dead Kenny G´s&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 19:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já sabe, né? Sempre vai haver por aqui uma ou outra referência aos Kennedys. E essa história de Dead kenny G´s&#8230; Isso é bem engraçado&#8230;
.
Certa vez, um desses chefes que a gente acaba tendo ao longo da vida tirou uma onda falando de uma banda dele. O grupo teria sido formado para zoar/celebrar o grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já sabe, né? Sempre vai haver por aqui uma ou outra referência aos Kennedys. E essa história de Dead kenny G´s&#8230; Isso é bem engraçado&#8230;<br />
.<br />
Certa vez, um desses chefes que a gente acaba tendo ao longo da vida tirou uma onda falando de uma banda dele. O grupo teria sido formado para zoar/celebrar o grande combo punk californiano. O nome era justamente esse, desconfio que sem o apóstrofo: Dead Kenny Gs. Aí, de repente, num desses tweets que muito por acaso a gente vê, um outro ex-chefe compartilhou essa pérola&#8230;<br />
.<br />
Nessa tarde nublada de meu Deus, é &#8220;fácil&#8221; ficar pensando no sonho americano (em oposição ao &#8220;sonho do alagamento&#8221;, tão carioca&#8230;). Será que esses caras vão ganhar dinheiro pra caramba etc? Dá uma sacada no site. É, eles têm até site: http://www.thedeadkennygs.com. No vídeo aí embaixo, os DKG´s revisitam o clássico &#8220;Kill de poor&#8221;. Mas pelo jeito catando por aí você acha outras coisas.<br />
.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ygbKP2QmaT0?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ygbKP2QmaT0?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Punks e Miles, juntos, mas em andares diferentes (ou &#8220;Punks e Miles, juntos, para estudantes&#8221;)</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 18:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pausa para falar de ate/grafite]]></category>
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		<description><![CDATA[Quer sentir-se no colégio, você que já não está estudando há muito tempo? Resolva isso indo ao CCBB, no centro do Rio, onde estão rolando duas exposições para quem gosta de música: uma sobre Miles Davis e outra sobre Punk.
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No caso da expo Punk, quem ficar só na área em que fizeram um ambientezinho com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Quer sentir-se no colégio, você que já não está estudando há muito tempo? Resolva isso indo ao CCBB, no centro do Rio, onde estão rolando duas exposições para quem gosta de música: uma sobre Miles Davis e outra sobre Punk.</div>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste">No caso da expo Punk, quem ficar só na área em que fizeram um ambientezinho com capas de discos pode sentir-se no colégio porque aquilo parece mesmo trabalho de colégio. Nas outras salas que integram essa mostra, fotos em preto-e-branco até dão um ar mais &#8220;sério&#8221; e &#8220;formal&#8221; para a coisa, talvez criando a impressão de que o trabalho é de faculdade e não de escola. Deram nova vida ao faça-você-mesmo, transformando-o em faça-malfeito-você-mesmo.</div>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste">Amigos dessa página que são colecionadores de discos têm mais pérolas do que as que foram dispostas ali.</div>
<div>.</div>
<div id="_mcePaste">No que diz respeito ao labirinto que mostra a-vida-e-a-obra de Miles Davis, fica a impressão de que a coisa é de colégio não pela precariedade, mas pelo ar &#8220;didático&#8221; (didátido demais) que se respira ao longo do percurso. Pra quem não se importa de aprender/descobrir coisas &#8220;novas&#8221;, como é o caso do escriba implicante que vos digita, é ótimo. Os videozinhos em que Miles aparece tocando revelam bateristas loucos e dão um novo sentido à palavra &#8220;cool&#8221;. Vale dizer &#8220;presente&#8221;.</div>
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		<title>Jacaré?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 18:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caramba, é mesmo o Jacaré no clipe do Garotas Suecas? Durante muito tempo, ainda mais depois de &#8220;Pulp fiction&#8221;, John Travolta contou com a &#8220;defesa&#8221; deste escriba: &#8220;Ele está gordo, mas pelo menos pode tirar onda de que sabe dançar&#8230;&#8221; Agora, alguém mandou um link com o clipe de uma música do grupo Garotas Suecas e&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Caramba, é mesmo o Jacaré no clipe do Garotas Suecas? Durante muito tempo, ainda mais depois de &#8220;Pulp fiction&#8221;, John Travolta contou com a &#8220;defesa&#8221; deste escriba: &#8220;Ele está gordo, mas pelo menos pode tirar onda de que sabe dançar&#8230;&#8221; Agora, alguém mandou um link com o clipe de uma música do grupo Garotas Suecas e&#8230; Macacos me mordam se aquele cara lá animando o vídeo de &#8220;Banho de ducha&#8221; não é o Jacaré. Ele também tá gordo, reparem só. O Garotas Suecas, banda que só tem gente mais ou menos magra, pode por sua vez tirar onda de ter lançado álbum nos States e na Europa.</div>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3QJHSVw-rrM?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/3QJHSVw-rrM?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O sempre divertido Tom Zé</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 19:29:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Control+C Control+V]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem foi ao Circo Voador no fim de semana passado divertiu-se muuuuito&#8230;

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem foi ao Circo Voador no fim de semana passado divertiu-se muuuuito&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kmNwCxYGscg?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/kmNwCxYGscg?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Tirando onda de Thurston Moore</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 17:32:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Fernando Frado, videomaker, sujeito-que-trabalha-com-som, conserta-tralhas-eletro-eletrônicas e guitarrista nas horas vagas, grava participação em disco de Chico Buarque.
Não consegui colocar o retangulozinho com vídeo aqui, então o jeito é clicar nesse link: http://vimeo.com/25418598
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Frado, videomaker, sujeito-que-trabalha-com-som, conserta-tralhas-eletro-eletrônicas e guitarrista nas horas vagas, grava participação em disco de Chico Buarque.<br />
Não consegui colocar o retangulozinho com vídeo aqui, então o jeito é clicar nesse link: <a href="http://vimeo.com/25418598" target="_blank">http://vimeo.com/25418598</a></p>
]]></content:encoded>
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