10/11/2008 às 12:39

Planeta Marketing: a Terra pode ser um lugar divertido

Adilson Pereira

O som da guitarra, se estivesse um pouco mais alto - ou menos ab afado - no show do Jesus And Mary Chain teria deixado a gente bem mais satisfeito. Esta é a única reclamação que você vai ler aqui no “Sambapunk” em relação ao Planeta Terra, festival que aconteceu sábado passado e que reuniu em São Paulo também o Offspring, Bloc Party, Kaiser Chiefs e váárias outras atrações. Lotado, o negócio ficou lotado. A organização foi impecável.

Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

O festival pode não ter sido exatamente uma proposta de salvação do planeta. Foi, isso, sim, uma bela proposta de marketing. Mas sem dúvida deixou claro que o planeta pode ser divertido. Muito divertido.

Breeders:

Mais Breeders:


Comportamento, Crônicas, Mercado/Negócios, Música, Resenhas, Show


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Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

O festival pode não ter sido exatamente uma proposta de salvação do planeta. Foi, isso, sim, uma bela proposta de marketing. Mas sem dúvida deixou claro que o planeta pode ser divertido. Muito divertido.

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O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

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Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

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Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

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Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

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Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

O festival pode não ter sido exatamente uma proposta de salvação do planeta. Foi, isso, sim, uma bela proposta de marketing. Mas sem dúvida deixou claro que o planeta pode ser divertido. Muito divertido.

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Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

O festival pode não ter sido exatamente uma proposta de salvação do planeta. Foi, isso, sim, uma bela proposta de marketing. Mas sem dúvida deixou claro que o planeta pode ser divertido. Muito divertido.

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Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

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As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

O festival pode não ter sido exatamente uma proposta de salvação do planeta. Foi, isso, sim, uma bela proposta de marketing. Mas sem dúvida deixou claro que o planeta pode ser divertido. Muito divertido.

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Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

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O festival pode não ter sido exatamente uma proposta de salvação do planeta. Foi, isso, sim, uma bela proposta de marketing. Mas sem dúvida deixou claro que o planeta pode ser divertido. Muito divertido.

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Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

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Sem resposta


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10/11/2008 às 12:39

Planeta Marketing: a Terra pode ser um lugar divertido

Adilson Pereira

O som da guitarra, se estivesse um pouco mais alto - ou menos ab afado - no show do Jesus And Mary Chain teria deixado a gente bem mais satisfeito. Esta é a única reclamação que você vai ler aqui no “Sambapunk” em relação ao Planeta Terra, festival que aconteceu sábado passado e que reuniu em São Paulo também o Offspring, Bloc Party, Kaiser Chiefs e váárias outras atrações. Lotado, o negócio ficou lotado. A organização foi impecável.

Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

O festival pode não ter sido exatamente uma proposta de salvação do planeta. Foi, isso, sim, uma bela proposta de marketing. Mas sem dúvida deixou claro que o planeta pode ser divertido. Muito divertido.

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O som da guitarra, se estivesse um pouco mais alto - ou menos ab afado - no show do Jesus And Mary Chain teria deixado a gente bem mais satisfeito. Esta é a única reclamação que você vai ler aqui no “Sambapunk” em relação ao Planeta Terra, festival que aconteceu sábado passado e que reuniu em São Paulo também o Offspring, Bloc Party, Kaiser Chiefs e váárias outras atrações. Lotado, o negócio ficou lotado. A organização foi impecável.

Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

O festival pode não ter sido exatamente uma proposta de salvação do planeta. Foi, isso, sim, uma bela proposta de marketing. Mas sem dúvida deixou claro que o planeta pode ser divertido. Muito divertido.

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Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma frutinha. Ir a um show do Jesus, digo, a um festival, e ainda ter a chance de comer uma goiaba não é uma coisa que acontece todo dia. Se em vez de fruta o cara quisesse uma cerveja, era possível conseguir uma nos bares sem muito sofrimento: o atendimento funcionou na moral.

Em alguns momentos, o Planeta Terra pareceu uma viagem ao passado. No show do Jesus, por exemplo, houve instantes de celebração em que na platéia dava para ver isqueiros acesos. Há muito tempo, vem sendo bem mais comum ver celulares acesos. Os saudosistas devem ter tido orgasmos.

As bandas entravam no palco sem muito atraso. O Offspring, se tivesse se atrasado, teria sido perdoado logo depois da terceira música. Isso porque a banda fez um show que animou a massa, com hits que eram um convite à dança. No palco principal, que ficava ao ar livre, este talvez tenha sido o show com mais pressão. No palco Indie, que recebeu a Breeders, a pressão chegava a parecer maior porque o palco ficava num galpão. Mas só parecia.

O festival pode não ter sido exatamente uma proposta de salvação do planeta. Foi, isso, sim, uma bela proposta de marketing. Mas sem dúvida deixou claro que o planeta pode ser divertido. Muito divertido.

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O som da guitarra, se estivesse um pouco mais alto - ou menos ab afado - no show do Jesus And Mary Chain teria deixado a gente bem mais satisfeito. Esta é a única reclamação que você vai ler aqui no “Sambapunk” em relação ao Planeta Terra, festival que aconteceu sábado passado e que reuniu em São Paulo também o Offspring, Bloc Party, Kaiser Chiefs e váárias outras atrações. Lotado, o negócio ficou lotado. A organização foi impecável.

Estava tão cheio - e tão bom - que você não vai ver aqui nenhum vídeo do Jesus, a banda que este escriba mais queria ver, naquela noite. “Head on”, “Sidewalking”, “Blues from a gun”… Tudo foi lindo. E era mais o caso de aproveitar do que de ficar registrando. A gente não é de ferro.

O festival foi recheado por mensagem ecológicas e isso, ao contrário da maioria das vezes, não parecia só um amontado de corporações aproveitando a moda verde. O esquema montado lá funcionava bem: havia um galpão em que uns sujeitos falavam sobre cultivo de alimentos livres de agrotóxicos, por exemplo, e ofereciam ao visitante uma