Midsummer Madness
SAmbaPUNk » Mãos para o alto, com muito prazer

01/10/2008 às 17:26

Mãos para o alto, com muito prazer

Colaboração especial

Arthur Bezerra

Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


Crônicas, Música, Resenhas, Show


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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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Mãos para o alto, com muito prazer

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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Mãos para o alto, com muito prazer

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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Mãos para o alto, com muito prazer

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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Mãos para o alto, com muito prazer

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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Mãos para o alto, com muito prazer

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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

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Arthur Bezerra

Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


Crônicas, Música, Resenhas, Show


Sem resposta


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01/10/2008 às 17:26

Mãos para o alto, com muito prazer

Colaboração especial

Arthur Bezerra

Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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Conheci a Dave Matthews Band, em 1998, ao assistir pela TV o show que fizeram no extinto Free Jazz Festival. Fiquei boquiaberto na hora, amaldiçoando o fato de não ter ido pro MAM no dia. Só pude ver a banda ao vivo no Rock In Rio III, em 2001, e infelizmente assisti a um show burocrático, espremido entre Kid Abelhas e Sheryl Crows, no qual a banda tocou apenas sete músicas em uma hora e dez minutos de apresentação. De modo que a expectativa para esta terceira apresentação da DMB no Rio não poderia ter sido maior.

E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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E desta vez não houve do que reclamar. Ao contrário das performances em Manaus e São Paulo, nas quais a DMB dividiu palco com artistas como Seu Jorge e Ben Harper, no Rio a noite foi inteiramente deles – e os caras não deixaram por menos: três horas e meia de show, com um repertório que contemplou os três primeiros (e melhores, na opinião deste escriba) discos de estúdio da banda: “Under the table and dreaming (representado pelas faixas “Warehouse”, “Jimi Thing”, “Ants marching” e “Sattelites”), “Crash” (com as músicas “So much to say”, “Two Step”, “#41” e “Say goodbye” - esta última com a especialíssima participação de Carlos Malta) e “Before these crowded streets” (com “The Stone”, “Don´t drink the Water” e “Crush”). Ainda sobrou espaço para duas canções de “Busted stuff” (“Grey street” e “Bartender”, que abriu o show), uma versão de “Burning down the house” (do “Talking heads) e outras músicas mais recentes da banda. Tudo apresentado em versões épicas, com direito a muitas jam sessions e solos inspirados de Tim Reynolds (guitarra), Jeff Coffin (sax e flauta) e, claro, a quebradeira usual de Carter Beauford, eleito por mim mesmo (pretensão, né?) o melhor baterista vivo do planeta.

Ainda abalados com a recente morte do saxofonista Leroi Moore, os caras se surpreenderam quando dezenas de balões brancos surgiram no meio da galera - uma homenagem idealizada pelo pessoal do fã-clube DMBrasil. Pode parecer clichê dizer isso, mas não pude deixar de pensar que, realmente, somos um povo muito caloroso e afetivo. Saí do show extasiado e com a impressão de que, no máximo em dois anos, os caras estarão de volta para outro show tão memorável quanto esse - e de preferência mais em conta, porque convenhamos: é muita sacanagem botar o ingresso mais barato a 240 pratas.


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