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SAmbaPUNk » Sonny “Salgueiro” Rollins

24/10/2008 às 12:29

Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


Crônicas, Literatices, Música, Resenhas, Show 2 Comentários


2 respostas

  1. Erika Azevedo
    24/10/2008 às 12:29

    Adorei!!! hahaha

  2. julia
    24/10/2008 às 12:29

    E descobriram os nomes das músicas?
    hahahah
    Adoooro a sinceridade


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Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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  2. julia
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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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    Adorei!!! hahaha

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    hahahah
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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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  1. Erika Azevedo
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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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2 respostas

  1. Erika Azevedo
    24/10/2008 às 12:29

    Adorei!!! hahaha

  2. julia
    24/10/2008 às 12:29

    E descobriram os nomes das músicas?
    hahahah
    Adoooro a sinceridade


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24/10/2008 às 12:29

Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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  1. Erika Azevedo
    24/10/2008 às 12:29

    Adorei!!! hahaha

  2. julia
    24/10/2008 às 12:29

    E descobriram os nomes das músicas?
    hahahah
    Adoooro a sinceridade


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24/10/2008 às 12:29

Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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2 respostas

  1. Erika Azevedo
    24/10/2008 às 12:29

    Adorei!!! hahaha

  2. julia
    24/10/2008 às 12:29

    E descobriram os nomes das músicas?
    hahahah
    Adoooro a sinceridade


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24/10/2008 às 12:29

Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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  1. Erika Azevedo
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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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2 respostas

  1. Erika Azevedo
    24/10/2008 às 12:29

    Adorei!!! hahaha

  2. julia
    24/10/2008 às 12:29

    E descobriram os nomes das músicas?
    hahahah
    Adoooro a sinceridade


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24/10/2008 às 12:29

Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

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Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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2 respostas

  1. Erika Azevedo
    24/10/2008 às 12:29

    Adorei!!! hahaha

  2. julia
    24/10/2008 às 12:29

    E descobriram os nomes das músicas?
    hahahah
    Adoooro a sinceridade


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Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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  1. Erika Azevedo
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“Jazz”, respondeu um.
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“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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2 respostas

  1. Erika Azevedo
    24/10/2008 às 12:29

    Adorei!!! hahaha

  2. julia
    24/10/2008 às 12:29

    E descobriram os nomes das músicas?
    hahahah
    Adoooro a sinceridade


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24/10/2008 às 12:29

Sonny “Salgueiro” Rollins

Adilson Pereira

Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

Todos aplaudimos. Aquele diretor do Salgueiro é bom no palco.


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Havia uma certa ansiedade no ar. Falou-se muito do veterano saxofonista e isso criou um clima de vamos-ver-qual-é em relação ao show que Sonny Rollins faria no TIM Festival. No Rio, ele subiu ao palco parecendo um dirigente da escola de samba Salgueiro. Estava de vermelho e branco. Os jornalistas, que não sabíamos os nomes das músicas, fizemos piadas sobre o repertório. Aproveitamos a salgueirice do músico e investimos nas comparações entre o jazz e o samba. Estávamos lá, os jornalistas que falam mais de rock do que de qualquer outra coisa, e alguém pergunta: “O que ele está tocando?”

“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
Até que veio a melhor de todas: “Isso é uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila!”
Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

Estava lá uma atriz global, sem nenhum disco debaixo do braço, com cara de que – assim como os jornalistas – não sabia o nome das músicas. Observamos e concluímos que havia algo mais, ali, na expressão de descontentamento daquela moça famosa. Não era só desconhecimento de nome de música. Débora Bloch estava a poucos metros de uma mesa em que três sujeitos havíamos colocado bloquinhos e anotávamos freneticamente tudo que acontecia em volta.

Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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  1. Erika Azevedo
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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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“Jazz”, respondeu um.
“Sax”, emendou o outro.
“Cartola, isso é música do Cartola”, soltou o terceiro, parecendo vencer a disputa.
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Você não soube do Luiz Carlos da Vila? Sambista das antigas, faleceu recentemente. Que descanse em paz.

As piadas continuaram até que alguém lembrou de Ed Motta, que tinha sido visto com vários discos para serem autografados por Rollins. Depois do fim da primeira música do saxofonista, que durou 20 minutos, os jornalistas começaram a dizer que o ideal seria catar o Ed Motta para perguntar a ele os nomes das músicas. Será que ele saberia dizer?

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Depois de uma discussão com a moça do balcão, uma que servia bebidas, Bloch foi “salva” por um assessor de imprensa. Ele apareceu e deu a ela dois cartões. Pareciam novos ingressos. Ela saiu dali, de perto de nós, pessoas com bloquinhos, e foi lá para a frente do palco. Deve ter chegado a tempo de aplaudir a segunda música, que durou 21 minutos.

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