Midsummer Madness
SAmbaPUNk » Beck: bom no início, mas…

09/10/2008 às 20:07

Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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  1. Paula
    09/10/2008 às 20:07

    Eu gosto do Beck há quinze anos e ainda não ouvi Modern Guilty. Empresta?


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Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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    09/10/2008 às 20:07

    Eu gosto do Beck há quinze anos e ainda não ouvi Modern Guilty. Empresta?


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09/10/2008 às 20:07

Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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  1. Paula
    09/10/2008 às 20:07

    Eu gosto do Beck há quinze anos e ainda não ouvi Modern Guilty. Empresta?


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09/10/2008 às 20:07

Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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  1. Paula
    09/10/2008 às 20:07

    Eu gosto do Beck há quinze anos e ainda não ouvi Modern Guilty. Empresta?


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Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Beck: bom no início, mas…

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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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    09/10/2008 às 20:07

    Eu gosto do Beck há quinze anos e ainda não ouvi Modern Guilty. Empresta?


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09/10/2008 às 20:07

Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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  1. Paula
    09/10/2008 às 20:07

    Eu gosto do Beck há quinze anos e ainda não ouvi Modern Guilty. Empresta?


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09/10/2008 às 20:07

Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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  1. Paula
    09/10/2008 às 20:07

    Eu gosto do Beck há quinze anos e ainda não ouvi Modern Guilty. Empresta?


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Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Beck: bom no início, mas…

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O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


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    09/10/2008 às 20:07

    Eu gosto do Beck há quinze anos e ainda não ouvi Modern Guilty. Empresta?


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09/10/2008 às 20:07

Beck: bom no início, mas…

Adilson Pereira

O Metallica continua jogado lá no canto. Hora de dar uma chance ao Beck. “Modern guilt” está há tempos na pilha de discos a serem ouvidos. A gente dá mole, às vezes. Ok. MAs eles, os artistas, também cometem o mesmo pecado. Veja: ainda que haja alguma coesão na bolachinha produzida pelo próprio Beck e por Danger Mouse, isto é, mesmo que haja um certo conceito ligando aquilo tudo, falta alguma coisa. O quê? Falta aquilo que não tem nome (ou que não soubemos batizar/reconhecer) mas que se mostra presente só em parte do disco, tipo a metade. Chame de “alma”, chame de “recheio de chocolate”, chame de “lingerie sexy”, chame daquilo que para você faz a(lguma) diferença.

Tudo começa com “Orphans”. Ela engana. Parece quase bossa nova e vira a melhor música do disco com um sonzinho de flauta lááá no fundo. Para quem anda ligado em PB&J, um detalhe importante: trata-se uma música beeem assobiável. Para quem morre de amores por Cat Power, vale dizer que tem backing vocals de Chan Marshall nas entranhas da música. Depois vem “Gamma ray”, com suas manchas oitentistas, parecendo anunciar que aquela vai ser uma bolacha bem recheada, com sobras. Chega “Chemtrails”, que, mesmo sendo meio sombria, cai bem… E… Três boas de cara e o ouvinte sorrindo… aí vem a faixa-título, com o piano de Greg Kurstin: detalhe sutil e maneiro. “Modern guilt”, a música, vai entrando nos nossos ouvidos, com suas verdades, e soa convincente, profética e honesta quando um verso anuncia por exemplo que o cara não sabe o que fez mas sente-se envergonhado. O sorriso está lá, firme.

Aí, pronto, parece que acabou. Hora do intervalo. Ou quase isso. Vem a algo cansativa “Youthless”. Neuroticazinha e enfadonha, ao mesmo tempo. “Walls” sugere um resgate do sentimento que o início do disco tinha implantado em nossos corações, mas… que nada. E “Replica”, que vem depois, é como se não estivesse pronta: nas mãos de um remixer, pode virar um drum’n'bass legal. Parece ter nascido para isso. Um verso surge como que sendo o mais adequado do mundo para a ocasião: “Estou tão cansado não sei por onde começar.” Está lá.

“Soul of a man” quase salva a pátria. Traz um Beck com gosto de antigamente, mais capaz de arrebatar o ouvinte. Seja com o som, seja com as palavras, ela toca a gente. “Profanity prayers” é bem adequada para o fim de um disco como este, é um convite para quem se divertia, foi – sem querer – parar dentro de um poço e quer sair de lá.


Música, Resenhas Um comentário


Uma resposta

  1. Paula
    09/10/2008 às 20:07

    Eu gosto do Beck há quinze anos e ainda não ouvi Modern Guilty. Empresta?


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