Garota FM
SAmbaPUNk
25/02/2010 às 12:05

Agenda

Karla Oldane

ARTISTA/BANDA: ROBERTA SÁ
QUANDO: Sábado, 27 de fevereiro
ONDE: Centro de Convenções UFPE – Avenida Reitores, s/n, Cidade Universitária, Recife, PE
ONDE: Teatro UFPE
HORÁRIO: A partir das 21h
PREÇO: A partir de R$ 30,00
DESCRIÇÃO/RESUMO DO QUE ESPERAR: A cantora Roberta Sá apresenta o show “Para ter alegria”, no Teatro da UFPE.
MAIS INFORMAÇÕES: (11) 3207-5757 | www.convencoes.ufpe.br

ARTISTA/BANDA: Grito Rock RJ com Móveis Coloniais de Acaju e Velhas Virgens
QUANDO: Sexta e Sábado, 26 e 27 de fevereiro
ONDE: Circo voador – Rua dos Arcos, Lapa, Rio de Janeiro, RJ
HORÁRIO: A partir das 2oh
PREÇO: A partir de R$ 20,00 + 1kg de alimento
DESCRIÇÃO/RESUMO DO QUE ESPERAR: Na edição carioca, tem Móveis Coloniais de Acaju, Tereza, Sabonetes, Wander Telles, Aumumana, Velhas Virgens lançando o CD “Ninguém beija como as lésbicas”, Os Abreus, Martiataka lançando o CD “À moda do caos” e Cabaret também lançando CD. Além de oficinas, palestras, exposição de fotografias e HQs e DJs
MAIS INFORMAÇÕES: www.circovoador.com.br

ARTISTA/BANDA: Grito Rock Niterói com Móveis Coloniais de Acaju
QUANDO: Quinta, 25 de fevereiro
ONDE: Hum Grill – Avenida Quintino Bocaiúva, 463, Charitas, Niterói, RJ
HORÁRIO: A partir das 22h
PREÇO: A partir de R$ 20,00 + 1kg de alimento
DESCRIÇÃO/RESUMO DO QUE ESPERAR: Madre, Motherfunk, Sabrina Ribeiro , Katia Dotto e Móveis Coloniais de Acaju. Outras atrações: Exibição de vídeos, Guitar Hero liberado, feira cultural, DJ Uno e DJ Hey Hey.
MAIS INFORMAÇÕES: www.gritorock.com.br | (21) 8193-8983 | 7894-8174

ARTISTA/BANDA: Jonas Sá convida Arnaldo Antunes e outros
QUANDO: Quinta, 25 de Fevereiro
ONDE: Cinemathèque Música Contemporânea – Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo, Rio, RJ
HORÁRIO: 22h
PREÇO: A partir de R$ 20,00
DESCRIÇÃO/RESUMO DO QUE ESPERAR: Jonas Sá que já levou muita gente boa tipo Caetano Veloso e Lenine ao palco do cinematheque faz uma nova temporada e dessa vez traz Arnaldo Antunes. Na banda de Jonas, tocam os guitarristas Bubu e Benjão, o baterista Marcelo Callado e o baixista Ricardo Dias Gomes, os mesmos que formam a banda Do Amor.
MAIS INFORMAÇÕES: (21) 2286-5731 | www.matrizonline.com.br

ARTISTA/BANDA: Pedro Luis e a Parede
QUANDO: Sexta, 26 de Janeiro
ONDE: SESC Pompéia – Rua Clélia,93, Pompéia, São Paulo, SP
HORÁRIO: 21h
PREÇO: A partir de R$ 10,00
DESCRIÇÃO/RESUMO DO QUE ESPERAR: Após a turnê de lançamento do álbum “Ponto enredo”, na Europa, entre maio e julho de 2009, a PLAP continua a turnê pelo Brasil. Produzido por Lenine, este é o primeiro álbum só com inéditas da banda desde “Zona e progresso”, de 2001.
MAIS INFORMAÇÕES: (11) 3865-0324 | email@pompeia.sescsp.org.br

ARTISTA/BANDA: Lafayette & Os Tremendões
QUANDO: Quinta, 25 de Janeiro
ONDE: SESC Pompéia – Rua Clélia,93, Pompéia, São Paulo, SP
HORÁRIO: 21h
PREÇO: A partir de R$ 8,00
DESCRIÇÃO/RESUMO DO QUE ESPERAR: Lançamento do CD “As 15 super quentes”. Os Tremendões são Gabriel Thomaz (guitarra e voz), Renato Martins (guitarrae voz), Nervoso (guitarra e voz), Melvin Fleming (contrabaixo) e Marcelo Callado (bateria) e também Érika Martins (voz). À frente do grupo, o lendário tecladista Lafayette, o músico responsável por quase todos as gravações de órgão Hammond nos discos dos artistas da Jovem Guarda. No repertório do CD estão músicas como “É papo firme”, “Esqueça”, “Pare o casamento” e “Você não serve pra mim”. Imperdível.
MAIS INFORMAÇÕES: (11) 3865-0324 | email@pompeia.sescsp.org.br

ARTISTA/BANDA: Grito Rock Fortaleza
QUANDO: Sábado, 27 de Janeiro
ONDE: Hey Ho Rock Bar – Rua José Avelino, 604, Praia de Iracema, Fortaleza, CE
HORÁRIO: 20h
PREÇO: R$ 8,00 + 1kg de alimento não-perecível ou qualquer outro material de ajuda às vítimas da catástrofe no Haiti (roupas, remédios, água) DESCRIÇÃO/RESUMO DO QUE ESPERAR: Comemorando o aniversário de sete anos do Hey Ho Rock Bar, as atrações do Grito Rock CE são o The Drunks, Baby!, Dago Red, Voyeur, Piron Heron e a mais pesada da noite, Roadsider.
MAIS INFORMAÇÕES: (85) 8823.9194 | redecemusica@gmail.com


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23/02/2010 às 15:48

Enquanto isso, no Rio…

Adilson Pereira

A água gelada (do bebedouro) está quente…


Comes e bebes, Comportamento, Crônicas, Sem categoria Comente



19/02/2010 às 15:40

5

Adilson Pereira

Para começar, uma dúvida: a primeira música, diz o meu computador, se chama “4 cabeças”. A capa do álbum discorda. Ali, a parada é “4 cabeça”. Seja como for, estamos falando de um quarteto de figurinhas conhecidas na área: Baia, Luis Carlinhos, Gabriel Moura e Rogê. Seja qual for o nome, a faixa de abertura resume um clima bluesy-praiano-violeiro que se estende pelas outras dez. Lembra um pouco o El Niño, sabe? Aquele projeto de “surf music” de Christian Oyens e Teco Padaratz. E talvez seja um pouco do que o falecido Renato Russo quis dizer com a expressão “música para acampamentos”.

Fico imaginando o que o seu Nelson Motta vai achar de “TV Cultura”, a música dois. É que ele sempre escreve contra a TV do Lula. Na música composta por Baia e Moura, fica a dúvida: eles gostam ou não daquele canal, concordam ou discordam de Motta? Não vai ser essa discussão a que vai esquentar o disco do quarteto. Ele segue morno por um bom tempo.

Até há uma certa carioquice, ali. Nos títulos e no flerte com a simplicidade, por exemplo, como acontece na eduardo-dussekiana “Copacabana”. Pena que apesar das “verdades” que dispara e da animação, ela como crônica não decola/funciona.

Mesmo repletas de lugares-comuns, “Lembrei”, “O poeta” e “Fulano, Beltrano e Sicrano” chegam para dar algum ânimo à pátria. Não salvam, mas sugerem um sorriso ao ouvinte. A primeira, com um sofrimentozinho ensaiado. As outras, convidando para uma folia de “sotaque” quase nordestino.


Música, Resenhas Comente



19/02/2010 às 15:14

Agenda

Adilson Pereira

O pessoal do Coletivo A colocou na praça uma agenda maneira. Dá uma olhada no vídeo:


Control+C Control+V, Mercado/Negócios Comente



18/02/2010 às 9:28

Acabou mesmo?

Adilson Pereira

O carnaval deixa a gente anestesiado. Muita informação. E com todo aquele calor a máquina não funciona bem.

No tocador de CDs, Jorge Ben esteve bastante presente. Mas não o suficiente para que viesse à luz um texto sobre aquela caixa com discos antigos dele. Uma certeza: carnaval fica melhor com os sambas desse cara.

A Cabeça e Lettuce, lançamentos da Bolacha Discos, toda hora apareciam na estante. Pressão. Mas não foram ainda ouvidos. Quem ganhou um minuto de atenção foi o DVD do Metallica, de tanto que neguinho falou. Serviu para uma conclusão: se for para ver bandas diante de uma grande massa de gente, melhor se for Nirvana.

No Rio, hoje… chuva. Mas o dia é de felicidade, porque o Botafogo ganhou ontem de virada. Quando os discos de Jorge Ben voltarem agora ao aparelho de som, um sorriso tomará conta deste que vos digita. A muito presente flamenguice do artista, aspecto que se destaca no repertório, já não incomodará tanto.

Nada como um carnaval atrás do outro, para que certos incômodos fiquem para trás.


Comportamento, Crônicas, Música, Sem categoria Comente



11/02/2010 às 9:41

Baba, baby

Adilson Pereira

Está lá em “O Escriba” e foi de lá que o “Sambapunk” chupou essa história. Veja só. O cara tem uma imensa coleção de discos e não consegue vender. Alguém aí tem três milhões de dólares?

P.S.: Essa imagem aparece, né? É um vídeo. O WordPress está zoando mesmo é com as fotos…


Control+C Control+V, Mercado/Negócios, Música, Sem categoria Comente



11/02/2010 às 9:26

Vai um casaquinho aí?

Adilson Pereira

Glauco Mattoso, o poeta-pornô do rock, já mais de uma vez explicou: no universo musical, mais especificamente o roqueiro, símbolos foram criados para realçar a força masculina e a fragilidade feminina. Mattoso tem várias outras teorias, além dessa. Ele aponta no rock uma tendência sadomasô. Fala dos vestidos e dos saltos altos, que tornam a (imagem d)a mulher mais frágil. E das calças jeans, botas e casacos de couro que compõem o “uniforme” masculino – adereços que “protegem” o corpo dos machos.

Vamos pegar um desses símbolos de “proteção”, o casaco. Vivemos num país tropical. Abençoado por Deus, ok, mas tropical. Mas apesar do calor cruel, o casaco ganhou papel de destaque no caldeirão estético-musical-artístico.

Outro dia, um amigo, o artista/grafiteito Vagner Donasc, contava orgulhoso que tem quase tantos casacos quanto camisetas. O cara se esforça para usar peças de mangas compridas, mesmo morando no Rio de Janeiro. Quando rola um “friozinho”, é uma festa só.

Veja os shows de rap, por outro lado, cenário em que é fácil encontrar sujeitos com casacos munidos de capuz. Glauco Mattoso, até onde sabemos, não tem nenhuma teoria sobre capuz. Fica a sugestão.

Essa paixão por casacos pode ter a ver com aquela nossa “frustração” pela quase total ausência de neve em território nacional. Isso mesmo. As pobres crianças tropicais crescemos vendo filmes de Papai Noel, com bonecos de neve etc.

Ficam com isso na cabeça. Quando crescem e viram músicos, aproveitam que esse símbolo de pop-masculinidade está aí de bobeira e… e se apropriam disso.

Publicitários, com suas marquetices, não estão alheios ao poder das mangas compridas. O poder de sedução de um modelinho Nike, Adidas ou Puma parece que não deve ser desprezado nunca.

Tudo bem. Mas veja essa peça publicitária da MPB FM. O cantor e apresentador Marcello Silva aparece vestindo um casaco verde. Está lá, no Largo do Machado, Zona Sul do Rio.

Em dias de calor infernal, uma imagem assim soa (ou sua?) no mínimo esquisita. Ok, casaco pode ser tudo… Mas dizer que esse calor não é nada…


Crônicas, Música, Pausa para falar de moda Um comentário