Editar vídeo é um saco. Demora pra caramba. Está aí o grande gargalo das “produções” do “Sambapunk”. Feito o desabafo, chega a hora de sugerir: o sujeito que inventou o clipe merece um prêmio!
É que a gente que não consegue dar conta desse compromissozinho besta de fazer regularmente textos razoáveis/consistentes acaba apelando para o filminho que um “amigo” divulgou no Twitter ou no Facebook.
Não é só por isso que está entrando aqui hoje esse vídeo do Criolo. A fita é maneira. Saca:
Já sabe, né? Sempre vai haver por aqui uma ou outra referência aos Kennedys. E essa história de Dead kenny G´s… Isso é bem engraçado…
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Certa vez, um desses chefes que a gente acaba tendo ao longo da vida tirou uma onda falando de uma banda dele. O grupo teria sido formado para zoar/celebrar o grande combo punk californiano. O nome era justamente esse, desconfio que sem o apóstrofo: Dead Kenny Gs. Aí, de repente, num desses tweets que muito por acaso a gente vê, um outro ex-chefe compartilhou essa pérola…
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Nessa tarde nublada de meu Deus, é “fácil” ficar pensando no sonho americano (em oposição ao “sonho do alagamento”, tão carioca…). Será que esses caras vão ganhar dinheiro pra caramba etc? Dá uma sacada no site. É, eles têm até site: http://www.thedeadkennygs.com. No vídeo aí embaixo, os DKG´s revisitam o clássico “Kill de poor”. Mas pelo jeito catando por aí você acha outras coisas.
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Do álbum do Eskimo, que vai ganhar uma resenha (em breve), para esse clipe novo da Madame Saatan, foi um grande pulo. Nesses dias de hoje, é mesmo bom a gente estar preparado para essas mudanças de sonoridade. Acontece toda hora. O jeito como aparecem os créditos, no fim do vídeo, dão a impressão de que é uma superprodução. Saca:
Quer sentir-se no colégio, você que já não está estudando há muito tempo? Resolva isso indo ao CCBB, no centro do Rio, onde estão rolando duas exposições para quem gosta de música: uma sobre Miles Davis e outra sobre Punk.
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No caso da expo Punk, quem ficar só na área em que fizeram um ambientezinho com capas de discos pode sentir-se no colégio porque aquilo parece mesmo trabalho de colégio. Nas outras salas que integram essa mostra, fotos em preto-e-branco até dão um ar mais “sério” e “formal” para a coisa, talvez criando a impressão de que o trabalho é de faculdade e não de escola. Deram nova vida ao faça-você-mesmo, transformando-o em faça-malfeito-você-mesmo.
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Amigos dessa página que são colecionadores de discos têm mais pérolas do que as que foram dispostas ali.
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No que diz respeito ao labirinto que mostra a-vida-e-a-obra de Miles Davis, fica a impressão de que a coisa é de colégio não pela precariedade, mas pelo ar “didático” (didátido demais) que se respira ao longo do percurso. Pra quem não se importa de aprender/descobrir coisas “novas”, como é o caso do escriba implicante que vos digita, é ótimo. Os videozinhos em que Miles aparece tocando revelam bateristas loucos e dão um novo sentido à palavra “cool”. Vale dizer “presente”.
Tom Zé fez um vídeo-resposta, um vídeo-continuação para aquela história das calcinhas. O baiano lava e “consagra” as peças íntimas que recebeu no palco do Circo Voador…