17/01/2012 às 19:55
Adilson Pereira

BLUES ETÍLICOS HELLBIER: NOVA CERVA NA PRAÇA
Depois de mais de 25 anos na estrada e, claro, nos bares, o Blues Etílicos lança sua primeira/própria… cerveja. O grupo, grande peso-pesado no país do estilo que celebra no nome, dá agora aos fãs uma nova possibilidade de inspiração/diversão: a Blues Etílicos Hellbier.
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A história deles com cervas não é de agora. Quem fuçar nos mais de dez discos, entre álbuns e coletâneas, lançados pelo quinteto encontrará no miolo da obra uma composição batizada de… “Cerveja”. Na música, o baixista do grupo, Cláudio Bedran, e outro notório apreciador de louras (estas, nem sempre geladas), Fausto Fawcett, fermentaram uma poesia que começa com um convite ao qual é difícil resistir: “Vou virar, vou virar esse copo/ Cheio de espuma, cheio de ouro/ Vem cerveja, vem beijar meu sangue/ Alquimia de espuma libertária (…)”
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Esses caras vão fazer um pocket show, no Rio, no próximo dia 19 (véspera de feriado na cidade maravilhosa). Vale chegar lá, às 20h, para um brinde, bons sons e boas histórias. Vai ser no Lapa Café, que fica na Gomes Freire, 453, Lapa (Rio de Janeiro). O telefone de lá: (21) 3971-6812.
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Uma das histórias, Bedran já adianta. Explica ele que a palavra “hell” aí do rótulo não tem nada de demoníaca. Nenhuma alusão ao bluesman Robert Johnson…
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“‘Hellbier’ é um estilo de cerveja típico da região de Munique (Alemanha): leve, refrescante e feita com puro malte. A cerveja que produzimos é elaborada com dois tipos de lúpulos americanos, oferecendo características florais, de amargor balanceado e especialmente condimentada em comparação com outras helles. O mestre cervejeiro Severino Batista desenvolveu essa cerveja única para nós”, conta o baixista, que acompanhou de perto todo o processo desenvolvido na cervejaria Mistura Clássica, em Volta Redonda (RJ).