27/11/2008 às 14:54

Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


Crônicas, Música, Sem categoria


2 respostas

  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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27/11/2008 às 14:54

Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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27/11/2008 às 14:54

Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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Alanis Morre 7

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Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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27/11/2008 às 14:54

Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


Crônicas, Música, Sem categoria


2 respostas

  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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27/11/2008 às 14:54

Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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27/11/2008 às 14:54

Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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27/11/2008 às 14:54

Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


Crônicas, Música, Sem categoria


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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27/11/2008 às 14:54

Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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Alanis Morre 7

Adilson Pereira

Referir-se à moça como “Alanis Morre 7″ parece maldade. Mas era assim que o pessoal falava dela na Nordeste Independente, lista de discussão sobre rock que reúne artistas, produtores, jornalistas etc daquela região do Brasil. Tudo começou com um jornalista avisando ao pessoal que está confirmado para 30 de janeiro um show de Alanis em Recife. Este mesmo jornalista diz que a moça vai se apresentar no Festival de Verão de Salvador.

Houve gente se animando, comparando Alanis com Ben Harper. Acaba sendo bom surgir uma polêmica assim porque aí as comparações que pintam são ótimas. Houve um produtor de Natal dizendo que haviam oferecido a ele a chance de levar Alanis até a capital do Rio Grande do Norte. Custaria 150 mil dólares. Aí, o jornalista que tinha começado toda a discussão disse que por esta grana dá para trazer o Mudhoney inúmeras vezes. Deve dar mesmo. Até Fugazi entrou na história, depois que alguém citou o Simple Plan (segundo a lista, outra provável atração em território nacional, no início do ano que vem).

O mesmo produtor que falou sobre a ida de Alanis a Natal comentou uma experiência que tivera em Goiânia: “Bem, aos jovens que não foram: o Helmet em Goiânia foi assustador, crianças deveriam ser proibidas de assistir a isso. Se toda banda falida fosse igual ao Helmet, esse mundo tava salvo! Helmet pro Festival de Verão de Salvador!”

A esta altura do campeonato, já não incomodava a zoação com o sobrenome de Alanis. A brincadeira tinha virado um jogo de referências. Ainda no assunto Helmet, alguém disse: “Finalmente, alguém me entende! Page Hamilton pra presidente, de qualquer porra, mas desde que ele seja o presidente!”

Sobre Melvins, disse um sujeito: “É chato, mas é hype!”

“Any Herohouse”, isso mesmo, Herohouse, “está magrinha”, chutou um outro, do nada. Isso foi um gol. Se uma série de mensagens numa lista de discussão fosse algo parecido com uma partida de futebol, isso teria sido um gol. De fora da área!

Se tem gol, tem falta. Alguém condenou a necessidade de “coisas novas” que parecia estar sendo traduzida naquela série de mensagens. Não chegou a ser falta para cartão amarelo. Muito menos vermelho.
Agitação na arquibancada. Surge a informação de que o Simple Plan vai participar do Festival de Verão do Recife. Lá, eles falam “do” e não “de Recife”: “Vai rolar Simple Plan no Festival de Verão do Recife, estou curioso pra saber quem mais toca na mesma noite. Com certeza, dividirão a noite com Calcinha Preta, Calypso, Saia Rodada, Aviões, Vilões ou Gaviões do Forró, figurinhas carimbadas nas ultimas edições do evento. Imaginem o visual do público, os poucos ‘true emos’ que existem no Recife, juntos com as saias rodadas e as calcinhas pretas… a visão do inferno…”

A partida, digo, discussão nunca tem hora para acabar. Pode ser que “Alanis Morre 7″ ainda renda muitos outros gols. Ou momentos engraçados. Entre para a brincadeira, digo, lista você também.


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  1. Bruno
    27/11/2008 às 14:54

    É porque Recife é um toponimo geográfico. Por isso se fala “do”, da mesma forma que se fala “do Rio de Janeiro” e não “de Rio de Janeiro”. Ou “da Bahia e não de Bahia”.

  2. ldsni@yahoo.com.br
    27/11/2008 às 14:54

    Isso mostra que vc além de ignorante é preconceituoso. Acha que no NE (nordeste, pra vc que é burro) as pessoas so escutam forró… assim como muita gente imbecil acha que no Rio so se uove funk…. Na verdade vc está se ruendo porque o NE está entrando na era de grandes espetaculos e pode ter certeza… nao vai parar com o Show da Alanis.


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