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SAmbaPUNk » O Skank e o Metallica

02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

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    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

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Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

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    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

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Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

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    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

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Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

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    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

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Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

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    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

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Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

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    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

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Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

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    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

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Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


Assine o RSS feed destes commentários

02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


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  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

  2. ad
    02/10/2008 às 16:07

    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras são fracas, uma espécie de “dar a volta por cima”, mas quem viu “Some Kind of Monster” e se deparou com os problemas psicológicos de mr. Hetfield não podia esperar mais do que isso. A produção do Rick Rubin também trouxe de volta aquela sonoridade dos tempos do black album – você ouve a guitarra, a bateria, e já sabe que trata-se do Metallica. Ainda não absorvi o disco todo, o que acho ótimo: ali tem material pra ser “degustado” por um bom tempo ainda. E se você gosta da banda (independente da lamentável postura dos caras em relação ao download), recomendo que promova o “Death Magnetic” ao topo da pilha de CDs a serem ouvidos.

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    aeeeee, grande adilson! muito legal o blog.

    ouvi o disco do metallica numa rádio virtual porque não chegou pra mim! eu achei DUCARALEO!

    hahaha… os caras voltaram a ser machos de novo! hahaha… no sentido musical e não sexual da coisa!


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02/10/2008 às 16:07

O Skank e o Metallica

Adilson Pereira

Tem um papo que é velho conhecido de quem troca idéia com jornalistas que escrevem sobre música: a pilha de discos a serem ouvidos. É bem verdade que, hoje, com essas internetices que andam por aí, a pilha de discos diminuiu. Mas a não ser que você só faça isso da vida, fica difícil ouvir tudo rápido. E é mais difícil ainda ouvir com atenção. A pilha continua por lá.

Tem uma coisa que chegou aqui, hoje, no QG do “Sambapunk”, e deu água na boca: o novo da Comunidade Nin-Jitsu. Com certeza, ele vai em breve para o tocador de CDs. Sim, está escrito “em breve”. E aí o amigo do outro lado pode querer perguntar: “Ué, mas e o resto da pilha?” Aí, amizade, é que entra o real motivo deste post: o que faz um disco ir ficando na base da pilha…?

Vamos usar um exemplo: Metallica. O “Death magnetic” chegou por aqui há umas semanas. E está ali, implorando para ser ouvido. Está escrito na capa que a produção é do Rick Rubin. E é o Metallica, então, “merece” ser ouvido. Mas é que… Bom… Desde que rolam estas discussões sobre baixar ou não baixar, disponibilizar ou não disponibilizar música na www, o Metallica ficou com o filme queimado. Pelo menos aqui no QG do “Sambapunk”, sim, ficou. Soou muito antipática, a maneira como os caras se posicionaram.

Vale a confissão: a gente aqui hoje nem sabe como ficou essa história, se eles mudaram de opinião ou não, se era aquilo mesmo que queriam dizer ou não, se estavam certos ou não. O fato é que um posicionamento que pareceu, para a gente aqui, algo antipático, faz com que haja uma certa falta de disposição para ouvir “Death magnetic”. E isso é só um exemplo do que pode fazer um disco ir para a base da pilha para ser ouvido e ganhar – ou não – resenha.

Este princípio vale também para links. Tem muita gente que entra em contato com o jornalista que escreve sobre música e sugere que sejam ouvidas estas e aquelas faixas que estão nestes ou naqueles links. Acontece a mesma coisa que acontecia com o CD. Se a abordagem não for “simpática”, o link vai indo para o fim da fila. Acontece.

O que é capaz então de fazer o jornalista enfrentar um engarrafamento num fim de tarde para fazer uma entrevista com uma banda? A relevância desta banda no cenário, o passado dos caras, isto é, o que eles têm a dizer… a qualidade do material que está sendo lançado, a eficiência da assessoria de imprensa… Tudo isso conta.

“Sambapunk” está indo ao encontro do Skank, que acaba de lançar um disco novo. E o momento não poderiam ser melhor: acaba de surgir numa lista de discussão sobre rock independente no Nordeste uma série de comentários a respeito de uma declaração do cantor do grupo, Samuel Rosa. Ele teria dito isso e aquilo sobre o rock/cenário independente.
“Sambapunk” vai lá conferir se é isso mesmo.

Enquanto isso, o Metallica continua na base da pilha de discos.

P.S.: Você aí, já ouviu esse “Deth magnetic”? Vale a pena?


Crônicas, Sem categoria 2 Comentários


2 respostas

  1. Arthur Coelho Bezerra
    02/10/2008 às 16:07

    O disco novo do Metallica é muito bom. É uma espécie de retorno ao que eles sabem fazer de melhor: músicas aceleradas de 7 minutos, com muitos riffs de guitarra empolgantes. As letras